Iron Maiden: as 10 melhores da fase pós-Adrian e pré-Blaze

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Por Luis Fernando Ribeiro
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Apesar de atualmente serem considerados clássicos absolutos, sendo facilmente os preferidos de vários fãs, na época que foram lançados, "Somewhere In Time" e "Seventh Son Of A Seventh Son" receberam muitas críticas dos fãs e da imprensa pelo uso de sintetizadores e por possuírem músicas mais longas, elaboradas e menos pesadas que nos discos anteriores.

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Incomodados com a repercussão dos discos anteriores, Harris e Cia. decidiram lançar álbuns com músicas mais diretas, tentando resgatar as raízes da banda. Adrian Smith não ficou satisfeito com a nova proposta, deixou a banda durante o processo de composição do novo álbum e foi substituído por Janick Gers.

Apostando em uma gravação mais crua, com músicas diretas e pesadas, além de flertar com outros gêneros como o Hard Rock, o IRON MAIDEN lançou dois discos que para alguns fãs são fraquíssimos e para outros tantos são clássicos absolutos, são eles: "No Prayer For The Dying" e "Fear Of The Dark".

Esta é a última parte da matéria que listou os grandes momentos da discografia oficial do MAIDEN e lista as 10 melhores músicas, em minha opinião, dos discos "No Prayer for the Dying" e "Fear Of The Dark". Espero que tenham curtido as matérias e quem sabe surjam outras com os B-Sides ou músicas Ao Vivo, por exemplo, num futuro próximo.

Para quem não acompanhou as matérias anteriores, basta acessar através dos links abaixo:

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10 - "Wasting Love"

Uma música odiada por muitos que acusam o MAIDEN de estar tentando se tornar mais comercial e adorada por outros tantos que são apaixonados pelas suas melodias e pela emoção que ela transmite. O início da música é conhecidíssimo e o refrão é muito conveniente. Apesar de ser uma música bastante simples convence pelo feeling. Esta música também possui um excelente solo, tão carregado de emoção quanto à música exige.

9 - "Holy Smoke"

"Holy Smoke" é provavelmente a música mais popular de "No Prayer For The Dying" em especial pelo seu cômico (E tosco) clipe. Trata-se de uma música bastante direta, com ótimo refrão e que, assim como "Wasting Love" conquista mais pelo feeling que pela qualidade. Trata-se de um 'Rockzão' cru e direto, sem nenhuma pompa ou complexidade.

8 - "Be Quick or Be Dead"

Apesar dos exageros de Mr. Dickinson nesta música, ela retrata exatamente o que esperavam os fãs que curtem um MAIDEN mais direto, uma música rápida, pesada, com excelentes riffs, com uma 'cozinha' empolgante e direta. Típica música de abertura dos discos da Donzela.

7 - "Fear of the Dark"

"Fear of the Dark" é a música mais popular desta fase do MAIDEN, sendo uma das mais comemoradas em shows da banda e a primeira música de muita gente ao conhecer o IRON MAIDEN. De fato ela funciona muito bem ao vivo, com todos seus arranjos épicos e mesmo tendo uma letra fraquíssima, é uma música empolgante e bombástica, com um refrão e melodias marcantes. Impossível não acompanhar os coros do público quando executada ao vivo.

6 - "Chains of Misery"

É nas músicas menos populares que estão as verdadeiras joias deste período da banda. "Chains Of Misery" com seus riffs flertando com o Hard Rock tem um ritmo empolgante. O refrão é grudento e o solo impecável, mas a interpretação soberba de Bruce Dickinson é que dá o charme da música. Simples e eficaz.

5 - "No Prayer for the Dying"

"No Prayer for the Dying" inicia com belíssimos 'fraseados' de guitarra e novamente uma interpretação incrível de Dickinson. Quando ganha peso a música empolga ainda mais com o característico ritmo de Harris e McBrain. Os belos solos de Murray e Gers também mantém a música em altíssimo nível.

4 - "Public Enema Number One"

Após os já conhecidos resmungos de McBrain, "Public Enema Number One" já inicia cheia de feeling e carisma, culminando numa ponte e refrão de extremo bom gosto. Apesar de Dickinson não gostar muito dessa fase da banda, sua atuação nesses discos é marcante. Essa música tem um dos melhores solos de "No Prayer for the Dying".

3 - "Fear Is the Key"

Muita gente irá discordar veementemente desta escolha, especialmente por que esta é uma música bastante atípica para os padrões do MAIDEN, mas considero "Fear Is the Key" uma das músicas mais instigantes da carreira da Donzela. Novamente o destaque é a interpretação de Dickinson, mas as diversas 'caras' dessa música a tornam incrivelmente peculiar e interessante, com variações inesperadas e diversas mudanças de climas.

2 - "Mother Russia"

Uma das poucas músicas mais elaboradas desta era do MAIDEN é "Mother Russia", com arranjos épicos e sombrios, um ritmo marcial envolvente e um clima extremamente carregado. Os trechos que antecedem e o solo e o próprio solo, por volta de 2 minutos e 30 de música lembram muito o disco "Somewhere In Time", em especial "Alexander The Great". A melhor música de "No Prayer for the Dying", sem dúvidas.

1 - "Judas Be My Guide"

Duvido que a maioria dos fãs do IRON MAIDEN escolheria esta música como o destaque destes dois discos da banda, mas eu considero esta posição para "Judas Be My Guide" indiscutível. Muitas das outras músicas poderiam ser mudadas de posição ou mesmo serem substituídas por mim nesta lista, menos essa. Ritmo empolgante, guitarras entrosadíssimas, solo incrível, riffs pesados, baixo e bateria em total sintonia são alguns dos fatores que tornariam essa uma ótima música, mas ela vai muito além disso. Não sei o quanto outros fãs dividem dessa empolgação comigo, mas "Judas Be My Guide" merece ser ouvida com atenção.

Esta é a última parte de uma matéria que gerou calorosas discussões, umas saudáveis, outras desagradáveis, mas isso é comum quando se fala de IRON MAIDEN. Espero que tenham curtido e que novamente participem com suas listas e opiniões.




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Sobre Luis Fernando Ribeiro

Apaixonado por música, cinema, escrita, literatura e pela zoeira infinita. Inserido no mundo da música pesada em 2004 com Destruction, Metallica e Blind Guardian, quando ainda se compartilhava música através de fitas K7.

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