Mötley Crüe e Sixx A.M.: as 10 melhores músicas de Nikki Sixx

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Por Julia Moioli, Fonte: LoudWire, Tradução
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A lista a seguir foi feita pelo LoudWire, que é responsável por todas as escolhas do ranking.

NIKKI SIXX pode não ser um frontman, mas dificilmente você encontraria um baixista que mereceu maior destaque. Como compositor, SIXX teve grande participação em quase todos os hits de hard rock que MÖTLEY CRÜE lançou ao longo dos anos. Além disso, ele já mostrou que, mesmo fora do CRÜE, ele ainda é uma força criativa a ser reconhecida como membro homônimo do SIXX:A.M. SIXX também já fez outros trabalhos sólidos em bandas menos conhecidas, como 58 e BRIDES OF DESTRUCTION. Com isso em mente, nós saudamos NIKKI SIXX pelas suas contribuições para o mundo do hard rock e metal com esta lista de seus melhores trabalhos.

As 10 melhores músicas de NIKKI SIXX:

10. LOOKS THAT KILL – MÖTLEY CRÜE

De: “Shout At The Devil” (1983)

“Looks That Kill” deu ao MÖTLEY CRÜE seu primeiro videoclipe de exposição nacional e a faixa introduziu os fãs à voz de VINCE NEIL, que logo seria muito reconhecida, além do trabalho espetacular do guitarrista MICK MARS. SIXX escreveu a letra, que descreve uma linda mulher de um jeito mais sinistro do que o usual. Não são só os “Looks” que matam nessa música. Essa canção insana também é matadora em um show.

9. LIES OF THE BEAUTIFUL PEOPLE – SIXX:A.M.

De: “This Is Gonna Hurt” (2011)

A paixão de NIKKI SIXX por fotografia encontra seu caminho no segundo livro-álbum do SIXX:A.M., “This Is Gonna Hurt”. O baixista teve o prazer de fotografar formas não-tradicionais de beleza, e ainda afirma no vídeo da música: “Não há problema em ser diferente”. Musicalmente, “Lies Of The Beautiful People” é impulsionada pelo baixo robusto de SIXX e pela guitarra de DJ ASHBA, enquanto o cantor JAMES MICHAEL oferece a quantidade necessária de emoção para transformar a música em algo inspirador.

8. GIRLS GIRLS GIRLS – MÖTLEY CRÜE

De: “Girls Girls Girls” (1987)

A festa do MÖTLEY CRÜE estava atingindo seu auge entre o meio e o fim dos anos 80, e é natural escrever a respeito do que você sabe. O hino “Girls Girls Girls” é um ode aos clubes de strip tease, onde a banda viveu alguns de seus melhores momentos. O baixo explosivo de SIXX, os memoráveis licks de guitarra de MICK MARS e o prepotente lamento de VINCE NEIL comandaram essa música. É até hoje a música mais tocadas nos clubes de strip e é sempre parte do setlist do CRÜE.

7. SHOUT AT THE DEVIL – MÖTLEY CRÜE

De: “Shout At The Devil” (1983)

“Shout At The Devil” foi o primeiro sucesso do CRÜE nas rádios. A canção mostra a maestria de MICK MARS e TOMMY LEE, que dão a ela uma sonoridade única. SIXX, que escreveu a música, foi criticado pelo seu suposto conteúdo satânico, hipótese que ele nega na biografia “The Dirt”: “São símbolos sem sentido. Eu só estou fazendo isso para irritar as pessoas. Não é como se eu adorasse o Satã ou algo assim.”

6. THIS IS GONNA HURT – SIXX:A.M.

De: “This Is Gonna Hurt” (2011)

Quando se trata de um rock concreto e cheio de adrenalina, não há dúvida de que “This Is Gonna Hurt” merece seu lugar entre as 10 melhores músicas de NIKKI SIXX. O segundo single da banda é uma das músicas mais energéticas que SIXX já compôs. A guitarra de ASHBA é simplesmente trituradora e o vocal de JAMES MICHAEL entrega um dos refrões mais cativantes do catálogo da banda.

5. DR. FEELGOOD – MÖTLEY CRÜE

De: “Dr. Feelgood” (1989)

Uma das maiores músicas do MÖTLEY CRÜE tem as impressões digitais de SIXX registradas nela. A abertura fervente de “Dr. Feelgood” imediatamente atrai a sua atenção e não o deixa ir a lugar algum. Quando ao título e ao conteúdo lírico, SIXX disse à Rolling Stone: “Essa música tinha um tema completamente diferente. Chamava-se “Dr. Feelgood”, mas liricamente era outra história. No fim, foi inspirada em traficantes de drogas. Só um traficante? Um bom viciado em drogas sempre tem mais de um traficante”.

4. WILD SIDE – MÖTLEY CRÜE

De: “Girls Girls Girls” (1987)

“Wild Side” é mais um hino, é uma das músicas favoritas da banda para tocar ao vivo, que mostra mais de sua habilidade. Liricamente, a faixa reflete as dificuldades vividas pelo próprio CRÜE no cenário musical de Los Angeles e é um grito de guerra para aqueles que já viveram o “Wild Side da vida.

3. LIFE IS BEAUTIFUL – SIXX:A.M.

De: “The Heroin Diaries” (2007)

“Life Is Beautiful” merece seu lugar na lista das melhores músicas de NIKKI SIXX porque é, sem dúvida, sua faixa mais pessoal. O baixista coloca sua alma nua nela, expressando as emoções sentidas quando quase morreu por conta de seu vício em drogas e o que ele enfrentou para superar esse vício. Linda e poderosamente entregue pelo cantor James Michael, a canção é uma das músicas que mais afetam o arsenal de SIXX.

2. HOME SWEET HOME – MÖTLEY CRÜE

De: “Theatre of Pain” (1985)

Essa música deveria ser a definição de “power ballad” contida no dicionário. Em “Home Sweet Home”, o baterista TOMMY LEE se entrega às notas do piano de abertura e VINCE NEIL se junta à Sixx para receber os créditos de composição da letra. Após a estrofe de abertura, a canção continua brilhantemente com LEE retornando ao trabalho de bateria e o baixo de SIXX mantendo o ritmo no lugar do piano. A música também é notável por conter indiscutivelmente o solo de guitarra mais incrível de MICK MARS.

1. KICKSTART MY HEART – MÖTLEY CRÜE

De: “Dr. Feelgood” (1989)

NIKKI SIXX já escreveu algumas músicas séries sobre seu vício em drogas e sua experiência de quase-morte, mas essa merece uma atenção especial. Ele se inspirou nos dois tiros de adrenalina necessários para reanima-lo depois que ele foi declarado morto clinicamente. SIXX disse à Rolling Stone que, inicialmente, considerou a faixa “descartável”, mas que ela acabou se encaixando no álbum da banda melhor do que ele esperava. Felizmente, a banda não desistiu dessa música, que rendeu uma indicação ao Grammy e se transformou em uma das mais aclamadas pelos fãs, indispensável às apresentações ao vivo do CRÜE.

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Sobre Julia Moioli

Jovem paulistana estudante de relações públicas com alma de hard rocker. É muito, muito, muito fã de Guns N' Roses, Mötley Crüe, Skid Row e de inúmeras outras bandas do cenário hard rock oitentista. Além disso, é uma grande apreciadora de grunge, punk, rock progressivo e de várias vertentes do metal, como heavy metal clássico, power, prog, thrash e neoclassical metal. Se pergunta por que não começou a colaborar com o Whiplash.Net mais cedo.

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