Killswitch Engage: em sexto nas maiores capas da Roadrunner
Por Nathália Plá
Fonte: Roadrunner Records
Postado em 28 de março de 2010
Desde 1910, músicos associaram artes visuais com sua energia sonora na forma da toda-poderosa capa de disco. E desde 1987 a Roadrunner Records tem sido fonte de imagens visualmente extasiantes e perturbadoras na vasta arte mundial dos álbuns, ainda assim honrando a tradição. Seja usando uma imagem para dar o tom para o que vai seguir nos seus auto-falantes, ou como um meio de deixar uma marca na eternidade associando uma imagem com um título, não há dúvidas quanto ao poder de uma capa de disco – que é por esta razão que o selo correu os olhos por todos álbuns lançados na Roadrunner Records U.S. para encontrar as maiores capas em sua celebrada história.
Killswitch Engage - Mais Novidades
Votada pela equipe mundial da Roadrunner, com um mostruário que vai do icônico contra o blasfemo, o pintado contra o fotografado, bem como da arte descoberta contra a arte encomendada, nós lhes damos as "Dez maiores Capas da História da Roadrunner", e agora é a vez do #6:
Lançado em 2004 para a aclamação da crítica, esse 3º trabalho dos "trailblazers" metalcore de Massachusetts, KILLSWITCH ENGAGE, apresentou o novo vocalista Howard Jones pela primeira vez, o que levou a banda a outro nível. Com todos aqueles riffs rápidos, melódicos, depravado e gritado misturado com caloroso, não é de admirar que este trabalho tenha conquistado o título de álbum da década da equipe da Roadrunner no início desse ano. E bem alí com seu espelendor sonoro, a imagem de "The End of Heartache" – como feita pelo baixista e artista gráfico Mike D’Antonio, autor de todos os álbuns do Killswitch – é da mesma forma notável. Mais do que explicação, eis a perspectiva do artista:
É empolgante ser reconhecido pelo desenho da capa do disco "The End of Heartache". Ela ainda é uma das minhas favoritas até hoje. Surpreendentemente, a imagem do coração com pregos foi algo que ficou grudado na minha cabeça por muitos anos. E eu fico satisfeito por tê-la traduzido bem em gravura.
E sobre como exatamente ele a fez, Mike continua:
Tudo começou com uma viagem a uma loja de artesanato local. Eu comprei um coração de isopor, tintas guache preta e vermelha, uma caixa de pregos sortidos e alguns ramos de flores falsas. No total, me custou algo em torno de 12 dólares.
Eu pintei bem o coração com tinta guache preta e coloquei à mão os pregos no isopor. Em seguida eu ajustei algumas luzes no meu banheiro 4 por 4 e mergulhei as mãos da minha esposa na guache vermelha (para aquela aparência de sague grosso). Eu provavelmente usei duas tomadas de fotos digitais para o ângulo e aparência certos para a capa. O resto é história."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Edguy anuncia primeiro show em uma década e despedida
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Amy Lee justifica turnê do Evanescence só com vozes femininas
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
Amizade não é o que mantém o Dimmu Borgir, revela Silenoz
A melhor música dos anos 90, segundo a Classic Rock
O que o Faith No More diz sobre parceria com produtora brasileira
A crítica da Classic Rock/Metal Hammer ao show do Guns N' Roses no Download 2026
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
Os três guitarristas que Billy Corgan chama de "Bíblia da guitarra rock"
A música de um disco seminal do Metallica que James Hetfield nunca quis tocar ao vivo
Para Max Cavalera, música deveria ser apreciada como um bom vinho
Artistas estão sendo perseguidos nos EUA por suas opiniões, diz Tom Morello
A banda que Chris Cornell integraria se convidassem; "Ele nunca me chamou"


A música do Metallica que Jesse Leach (Killswitch Engage) adoraria regravar
Cinco formações que duraram pouco tempo, mas gravaram bons discos


