Killswitch Engage: em sexto nas maiores capas da Roadrunner

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Por Nathália Plá, Fonte: Roadrunner Records, Tradução
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Desde 1910, músicos associaram artes visuais com sua energia sonora na forma da toda-poderosa capa de disco. E desde 1987 a Roadrunner Records tem sido fonte de imagens visualmente extasiantes e perturbadoras na vasta arte mundial dos álbuns, ainda assim honrando a tradição. Seja usando uma imagem para dar o tom para o que vai seguir nos seus auto-falantes, ou como um meio de deixar uma marca na eternidade associando uma imagem com um título, não há dúvidas quanto ao poder de uma capa de disco - que é por esta razão que o selo correu os olhos por todos álbuns lançados na Roadrunner Records U.S. para encontrar as maiores capas em sua celebrada história.

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Votada pela equipe mundial da Roadrunner, com um mostruário que vai do icônico contra o blasfemo, o pintado contra o fotografado, bem como da arte descoberta contra a arte encomendada, nós lhes damos as "Dez maiores Capas da História da Roadrunner", e agora é a vez do #6:

Lançado em 2004 para a aclamação da crítica, esse 3º trabalho dos "trailblazers" metalcore de Massachusetts, KILLSWITCH ENGAGE, apresentou o novo vocalista Howard Jones pela primeira vez, o que levou a banda a outro nível. Com todos aqueles riffs rápidos, melódicos, depravado e gritado misturado com caloroso, não é de admirar que este trabalho tenha conquistado o título de álbum da década da equipe da Roadrunner no início desse ano. E bem alí com seu espelendor sonoro, a imagem de "The End of Heartache" - como feita pelo baixista e artista gráfico Mike D'Antonio, autor de todos os álbuns do Killswitch - é da mesma forma notável. Mais do que explicação, eis a perspectiva do artista:

É empolgante ser reconhecido pelo desenho da capa do disco "The End of Heartache". Ela ainda é uma das minhas favoritas até hoje. Surpreendentemente, a imagem do coração com pregos foi algo que ficou grudado na minha cabeça por muitos anos. E eu fico satisfeito por tê-la traduzido bem em gravura.

E sobre como exatamente ele a fez, Mike continua:

Tudo começou com uma viagem a uma loja de artesanato local. Eu comprei um coração de isopor, tintas guache preta e vermelha, uma caixa de pregos sortidos e alguns ramos de flores falsas. No total, me custou algo em torno de 12 dólares.

Eu pintei bem o coração com tinta guache preta e coloquei à mão os pregos no isopor. Em seguida eu ajustei algumas luzes no meu banheiro 4 por 4 e mergulhei as mãos da minha esposa na guache vermelha (para aquela aparência de sague grosso). Eu provavelmente usei duas tomadas de fotos digitais para o ângulo e aparência certos para a capa. O resto é história."




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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