Betrayal: forte na cena e com debut no gatilho
Por Leonardo M. Brauna
Fonte: Betrayal
Postado em 24 de outubro de 2013
Com o primeiro full – length a caminho o BETRAYAL se prepara para oferecer aos headbangers o resultado de uma longa data em atividade. A banda que já conquistou elogios da imprensa especializada e que vem se apresentando nos maiores festivais underground de Fortaleza, não teme os percalços da vida e continua mais presente como nunca na cena local. Agora com o ‘debut’ pré-finalizado, o Brasil inteiro poderá confirmar com maior lentidão o poder de fogo desses cearenses. A banda é formada por FRANZÉ MENDES (guitarra), FABIANO SOUSA (baixo) – e para comentar um pouco sobre a sua trajetória e concepção do novo trabalho, conversei com o vocalista/guitarrista, WOLNEY MENDES e o homem dos tambores, SULA BATERA, que assim como o som da banda, foram "retos e rasteiros".
A banda já tem mais de dez anos dedicados ao Metal e possui prestígio no cenário cearense. Como foi que se estruturou o BETRAYAL naquele janeiro de 2003?
Wolney Mendes: Nós tínhamos uma banda formada já há um bom tempo composta por mim, SULA, VASSOURA e WILLINHO. O WILLINHO saiu então convidamos meu irmão FRANZÉ (que já havia tocado em uma banda de Thrash Metal) para substituí-lo – ele aceitou, marcamos um ensaio e lá no estúdio eu falei pra moçada que o FRANZÉ estava com agente e a partir daquele dia, nós iríamos tocar Thrash Metal reto, cru e agressivo – e o nome da banda seria BETRAYAL. Então todos concordaram e ensaiamos o primeiro som que eu tinha feito para a banda, ‘Intellectual War’.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A banda já lançou trabalhos, sendo o primeiro deles em 2005 com a demo ‘Human Destruction’. Quando vocês perceberam que era hora de mostrar as suas músicas num registro?
Wolney: Ah... as composições foram rolando, a gente tocando,o público sempre cobrando material, daí resolvemos gravar o CD demo e com isso tornar cada vez mais forte a nossa cena.
Essa demo, produzida por ‘Emydio Filho’, reafirmou a estabilidade da banda no cenário local e lhes rendeu apresentação no estado vizinho, Rio Grande do Norte. Como foi a recepção do público potiguar?
Wolney: Uma recepção muito boa tanto da produção na figura de ‘Marcondes Paula’ quanto a do público que fez fodidas rodas de ‘mosh pit’ – bateram cabeça do início do show até o final, adquiriram material da banda e fizemos boas amizades.
Em 2008 vocês tocaram com a veterana DESASTER da Alemanha. O local escolhido foi no Clube Santa Cruz, lugar que desde os anos oitenta servia de ‘point’ do Metal Extremo de Fortaleza. Isso significou uma emoção dupla para a banda ou tudo foi encarado com naturalidade?
Wolney: Foi um enorme prazer tocar ao lado do DESASTER, uma puta honra mesmo estar no mesmo palco com esses caras. Botaram pra foder no Santa. Cruz.
Em Fortaleza um número crescente de bandas, principalmente voltadas ao ‘Thrash Metal’ está vindo à tona. O que você tem a dizer sobre essa ascensão?
Wolney: É muito bom o surgimento de mais bandas que tenham qualidade, lealdade e compromisso com o público.
Encarando mais o presente, como anda a elaboração do ‘full-length’?
Sula Batera As gravações estão concluídas, estamos no processo de remasterização, a capa está sendo feita e logo lançaremos esse material.
A banda já escolheu o estúdio onde irá fazer a próxima produção? Quais os fatores que os levaram à escolha?
Wolney: No momento estamos finalizando nosso CD no ‘Noronha Home Studio’ devido à qualidade dos materiais que escutei e profissionalismo. O grande conhecedor do gênero, ‘André Noronha’ está dando uma força brutal para que esse álbum saia realmente com gosto de sangue (risos).
Todas as canções serão inéditas? Enfim, haverá muitas surpresas?
Wolney: Haverá duas regravações da demo e não sei se chamo isso de surpresa, mas os sons estão realmente do jeito que agente precisa: reto, cru e agressivo.
Vamos aguardar então a vinda deste material, que, conforme o talento da banda, já podemos apostar no sucesso. Fica agora o espaço a suas últimas considerações.
Sula Agradecemos a todos que estão contribuindo e incentivando a nossa banda, que passou por problemas de acidentes, falta de grana e tudo mais, mas vamos à luta ao Metal de Fortaleza que vem crescendo a cada dia. Esperamos que apreciem o nosso trabalho. Cabeças rolarão. Thrashhh!
Contatos:
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Tel.: Wolney Mendes (85) 8894-7546
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