Fates Prophecy: retorno aos palcos e novo disco
Por Rômel Santos
Fonte: Island Press
Postado em 14 de setembro de 2012
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Próximo de lançar seu novo álbum de estúdio e após retornar aos palcos, Sandro Muniz (bateria) e Paulo Almeida (guitarra) concederam uma entrevista ao site Alquimia Rock Club.
Alquimia Rock Club: Desde 2010 o Fates Prophecy não se apresentava ao vivo. Como está sendo para a banda essa volta aos palcos?
Sandro Muniz: Muito boa, na verdade estamos voltando para dar uma aquecida antes do lançamento de "The Cradle Of Life", estávamos com muita saudade dos palcos e muito ansiosos para lançar o álbum e tocar suas músicas ao vivo.
Alquimia Rock Club: A banda se prepara para o lançamento de The Cradle of Life, novo trabalho depois de sete anos, pois 24th Century é de 2005. Nesse longo tempo, com se prepararam para o novo trabalho? E como foram a fase de composição e gravações?
Sandro Muniz: Nós ficamos um tempo parados, colocando a banda em ordem, houve um tempo necessário para a adaptação do novo vocalista, Ricardo, e realmente fizemos tudo bem devagar.
Paulo Almeida: A medida que compusemos novas musicas, fomos gravando demos e depois ouvindo com bastante critério e mudando o que era necessário para as músicas soarem melhor, então já foi um processo de composição e pré-produção juntas, e com a gravação e mixagem a mesma coisa, ouvimos tudo depois de pronto e acabamos ainda mexendo em alguns arranjos.
Alquimia Rock Club: No show de retorno aos palcos, o Fates Prophecy tocou New Degeneration, Ressurection e Primitive Man - lançada como single ano passado -, músicas novas de The Cradle of Life. A banda sentiu que foram canções bem recebidas pelos fãs?
Paulo Almeida: Sim, achamos que as pessoas gostaram do que ouviram e foi o que alguns presentes comentaram pessoalmente conosco, o que imaginamos que deve causar ainda uma curiosidade maior para ouvi-las no álbum.
Alquimia Rock Club: O Fates Prophecy é conhecido pelo seu Heavy Metal calcado no tradicionalismo. O que podemos esperar de The Cradle of Life? Vai ter a pegada que sempre ouvimos nos trabalhos anteriores da banda? Vamos ouvir algumas novidades sonoras?
Sandro Muniz: O álbum é baseado no tradicional mesmo, porém é bem diferente de tudo que já fizemos. A banda sempre teve uma preocupação em ser atual, desde a parte lírica até sonoridade, então o álbum tem basicamente a identidade da banda, mas ao mesmo tempo está soando bem diferente, mais pesado em alguns momentos e em outros com texturas e climas diferentes dos álbuns anteriores.
Alquimia Rock Club: O novo trabalho traz a produção da própria banda. Foi mais fácil trabalhar com a produção em próprias mãos? Desde o início dos trabalhos já pensavam em produzir The Cradle of Life?
Paulo Almeida: Desde o início a idéia era de produzirmos o álbum justamente porque queríamos fazer algo muito criterioso, não importando o tempo que levasse para compor e gravar, e trabalhando com um produtor seria mais difícil de conciliar agendas e de fazer tudo como queríamos. A questão de produzir no final é bem mais difícil, pois eu e o Fernando acabamos tendo bastante trabalho, além da nossa parte como músicos. Eu sempre me interessei por todos os aspectos da gravação de nossos álbuns anteriores, eu só não tinha um conhecimento tão grande na parte técnica e operacional, então foi um desafio nesta parte, também no sentido de tentar extrair o melhor de cada músico da banda e principalmente em fazer com que o álbum tenha um padrão alto de acordo com a banda, mas acredito que o Fernando e eu fizemos um bom trabalho neste sentido.
Para ler toda entrevista acesse o link:
http://www.alquimiarockclub.com.br/index.php?id=3463&s=12&p=111
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