Lemmy: Jon Lord, ser uma lenda e a descrença na humanidade

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Michael Christopher, do The Boston Phoenix, entrevistou em agosto de 2012 o mainman do MOTÖRHEAD, Lemmy Kilmister. Seguem alguns trechos da conversa.

Sobre seu status de "lenda":

Lemmy: "Eu sou bem pé no chão – não acredito em nada dessas porcarias. Você tem de se lembrar de onde você veio, que é exatamente de onde eles [o público] vêm; é a mesma coisa, e eu tive sorte. Eu sou aquele a quem eles ficam apontando, no momento; posteriormente, um deles será aquele a quem estarão apontando. O mundo dá voltas".

Sobre o recente falecimento do ex-tecladista do DEEP PURPLE, Jon Lord, aos 71 anos:

Lemmy: "É uma pena, porque o Jon Lord foi, em grande parte, responsável por eu estar no rock and roll. Ele estava em uma banda chamada ARTWOODS anos atrás, com o irmão do Ronnie Wood, Arthur. Eles eram uma banda meio de jazz-blues, acho. Eles tocaram no lugar em que eu estava morando, no País de Gales, um boteco, e eu estava conversando com o Jon e, que nem um idiota, ele me deu o endereço dele em Londres. Então, claro, eu fui até lá e ele não estava, mas ele estava morando na casa da mãe do Art, onde o Ronnie Wood, que estava numa banda chamada THE BIRDS, estava morando e eles me deixaram dormir no sofá. Eu acordei e estavam todos os THE BIRDS a meu redor dizendo, 'O que você está fazendo no sofá da mamãe?', aquele terrível bando de londrinos vindo pra cima de mim. Eu nunca vou esquecer que o Jon – um completo estranho, e eu apenas um moleque – me deu o endereço dele para ir a Londres vê-lo. Eu frequentemente o agradecia por isso. Eu o vi ano passado em um hotel na Alemanha em Colônia. Ele estava lá fazendo um negócio de orquestra, e conversamos no bar por um tempo. . . . Fico feliz por tê-lo visto, sendo que ele se foi".

Falando sobre o uso da internet para promover novas bandas:

Lemmy: "A coisa ruim disso é que você dá às pessoas a internet, que é o maior sistema de comunicação da humanidade, e nós a usamos para pornografia infantil, que é bem encorajador, não é? Você sempre pode confiar na humanidade; eles sempre levam a coisa ao mínimo denominador comum e cagam em tudo".

Sobre a mídia social como Facebook e Twitter:

Lemmy: "Eu não uso essas coisas, porque eu já tenho aborrecimento demais sem isso, de ficar mexendo com isso de 10 a 20 horas todo dia, tuitando com meus amigos. Twitter? Não está no meu dicionário, lamento. Eu não tuito, cara",

Leia a entrevista na íntegra no The Boston Phoenix

http://thephoenix.com/Boston/music/142193-lemmy-and-mot%C3%B...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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