Almah: havia uma vontade geral de buscar um som mais pesado

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Por Eduardo Macedo, Fonte: MS Metal Press, Press-Release
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Em comemoração ao lançamento do terceiro álbum da banda brasileira ALMAH, “Motion”, a equipe da MS Metal Press preparou uma entrevista especial e exclusiva, dividida em cinco partes, onde serão abordados todos os temas relevantes à carreira do quinteto. Nesse sentido, preparem-se para acompanhar a mais abrangente entrevista do grupo, contendo detalhes sobre todas as músicas de “Motion”, aspectos referentes à sua primeira turnê no exterior, vídeo clipes, preparativos para novos lançamentos e muito mais...

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Pessoal, antes de iniciarmos esse mega especial, fica aqui os nossos parabéns pelo resultado obtido em “Motion”. Particularmente, não me recordo de ter escutado um lançamento de banda brasileira tão pesado e coeso quanto “Motion”. Qual a sensação do grupo ao escutar o trabalho finalizado?

Edu Falaschi: Pra mim, o maior sentimento é o orgulho de nós mesmos, da nossa banda, do nosso som. Não existe nada mais importante dentro de uma banda do que você sentir orgulho de seus parceiros e expressar isso! Sendo diretamente ou através da música. As pessoas não são burras, elas sacam imediatamente quando a música é um reflexo do que rola dentro da banda. E o ALMAH hoje em dia é uma banda saudável, orgulhosa e feliz. Temos nossos problemas como em qualquer relação, mas o “Motion” é o maior reflexo do bom momento em que vivemos como músicos e amigos.

Felipe Andreoli: Sinto-me extremamente orgulhoso, sem demagogia. Não pelo peso, não pela coesão, mas por sermos capazes de lançar um trabalho dessa qualidade num mercado cada vez mais hostil. Fizemos tudo de maneira muito rápida e organizada, sem sacrificar a qualidade do trabalho em nenhum aspecto, isso me deixa muito feliz.

Marcelo Barbosa: Sem dúvida, orgulho é a palavra que mais expressa o sentimento. É sempre muito gratificante lançar um novo trabalho, e mesmo que não em todos os aspectos, normalmente nota-se uma evolução dos trabalhos passados para os mais recentes. É aí que está a beleza do aprendizado e a vantagem em se ter humildade para manter em mente que, mesmo com muitos anos de experiência e muitos trabalhos já realizados, sempre podemos melhorar e aprender algo novo. Acho que essa é a essência que ajudou a banda e a equipe a conseguir um resultado tão interessante com o “Motion”.

Paulo Schroeber: Sinto-me muito feliz com o resultado final do trabalho, acho que agora o ALMAH está encontrando sua própria identidade, e acredito que em consequência disso comece a caminhar com suas próprias pernas. Pessoalmente sempre puxei para o lado mais pesado, então se comparado ao “Fragile Equality”, posso afirmar que me sinto “muito mais em casa” no “Motion”.

Marcelo Moreira: O resultado que chegamos foi surpreendente para todos nós. Sabíamos que tínhamos ótimas músicas nas mãos e nos preocupamos com todos os detalhes desde a captação do som, mixagem no exterior e todos os detalhes que podem ajudar a ter um grande som. Quando finalizamos o disco eu fiquei muito impressionado, pois foi tudo muito rápido, desde as composições, arranjos, gravação e a mixagem.

O ALMAH começou como um projeto do vocalista Edu Falaschi com o lançamento do álbum homônimo, tornou-se um grupo propriamente dito com “Fragile Equality”, e agora com “Motion” acredito que a banda deu um passo gigantesco em busca de sua identidade. Por se tratar de um direcionamento bastante diferente do que vocês apostaram no decorrer de suas carreiras, como vocês encaram essa nova fase que se inicia?

Felipe Andreoli: Foi tudo muito natural. Acho que esse foi um passo que todos nós queríamos dar, havia sintonia entre a gente. Eu sempre digo que um disco é um retrato do momento que a banda está passando, e “Motion” não é diferente. É uma reação contrária à estagnação, à auto-repetição. Não é que nós estejamos reinventando a roda, mas existe uma mentalidade de olhar pra frente, buscar elementos e sonoridades novos, sempre. Enquanto banda, nós nos entendemos muito melhor, e o trabalho fluiu muito mais fácil, com o fortalecimento da nossa cumplicidade e confiança mútua.

Edu Falaschi: Exato, nas nossas conversas antes de fazer o “Motion”, a gente comentava que as músicas que fazem mais sucesso ao vivo junto aos nossos fãs, são as mais modernas, pesadas e mais diretas como “Torn”, “Fragile Equality” e “King”. Por coincidência, essas músicas soam todas dentro de um estilo próprio e achamos que elas retratam bem a linguagem mais pura do ALMAH: riffs pesados, uma estrutura direta sem perder a sofisticação do instrumental e vocais agressivos nos versos e pontes, mas com melodias pegajosas nos refrãos. Tudo sempre regado a uma sonoridade mais moderna. O mais legal é que foi tudo muito natural, formamos a banda e desde então as músicas já soam com uma identidade. Isso é o que mais buscamos desde então. Somos uma marca chamada ALMAH e precisamos que esse nome signifique algo. E o “Motion” é o primeiro passo para que o ALMAH ande com suas próprias pernas daqui pra frente.

Marcelo Barbosa: O próprio nome do CD diz muito sobre isso. Movimento, um caminho a ser percorrido, estrada... Acho que nem eu nem ninguém na banda teríamos tesão em gravar “o mesmo” disco duas vezes. O “Motion” veio pra coroar essa busca com novos elementos. A banda é a mesmo, portanto, os traços característicos do ALMAH estão todos lá! Você sabe que é a banda, mas com uma roupagem mais atual e com uma impressão digital mais forte.

Paulo Schroeber: Pois é, para mim o que foi diferente foi justamente o contrário, já que em minhas bandas anteriores sempre toquei algo mais pesado. Obviamente que nenhuma delas é da magnitude do ALMAH, mas sempre puxei mais para o lado negro da força (risos gerais). O que achei mais legal é que houve uma sintonia na banda muito grande, uma maior liberdade para compor as partes, pois apesar de o Edu ser o compositor principal, todos deram sua colaboração, dentro de seus estilos, criando um resultado único e interessante.

Marcelo Moreira: Eu estou muito feliz com o direcionamento da banda. Cada um tem uma influência diferente e, desta vez, acho que todas elas estão neste disco, mas de uma forma coesa e renovada. A maturidade musical de todos está bem evidente também. Eu não estava preocupado em apresentar quem eu sou, e sim, em tocar grooves diferentes e que tivessem tudo a ver com o que as músicas pediam. É claro que existem partes técnicas e muito rápidas, chegando a 230BPM no metrônomo. Num geral, acho que ficou tudo de muito bom gosto. A minha preocupação foi em ter toda a parte rítmica bem madura, além do uso dos grooves ser a prioridade do disco.

“Motion” foi produzido mais uma vez por Edu Falaschi e Felipe Andreoli, dupla que conduziu os trabalhos em “Fragile Equality”. Quais as diferenças que vocês podem apontar, inseridas nos processos de produção dos álbuns citados?

Edu Falaschi: Ser produtor não é fácil, ainda mais quando o material é a sua própria banda. Acho que ficamos ainda mais críticos. Rola uma sinergia bem legal entre eu e o Felipe. Uma coisa que aprendemos muito com o tempo é ter paciência e saber colocar suas idéias no momento certo, sem causar estresse e tensão no grupo. Tem coisa que não sai exatamente do jeito que pensamos originalmente, mas que não farão a mínima diferença no final se ficar diferente do que você imaginou. A música tem que estar soando bem. Brigar apenas por um ponto de vista ou ego não ajuda em nada. Nós criamos as músicas, as fazemos crescer, mas tem um momento que devemos saber a hora de deixar a música seguir seu rumo natural e deixar a mágica do talento de todos da banda rolar como se fosse uma coisa só.

Felipe Andreoli: O trabalho de produtor envolve um aprendizado contínuo. Hoje em dia é muito mais fácil atingir o resultado que eu quero. Conheço mais atalhos e manhas do que no passado, naturalmente. Houve também uma segurança muito maior, sabendo que o trabalho anterior foi tão bem recebido. A sensação era de que estávamos no caminho certo, o que se provou verdadeiro. “Motion” é um passo muito à frente nesse sentido, porque fomos capazes de aprender com o “Fragile Equality” e aplicar todo esse conhecimento no novo trabalho.

Marcelo Barbosa: Foi tudo mais rápido. Além da experiência técnica, nos conhecemos mais enquanto músicos e seres humanos. Saber gerir pessoas e talentos, conhecendo exatamente no que cada um pode contribuir para o processo, é algo crucial para qualquer trabalho coletivo.

Paulo Schroeber: Gostei muito mais da produção desse álbum, já que depois do “Fragile Equality” todos já se conheciam melhor musicalmente e, sabendo disso, tudo fluiu mais rápido e mais natural.


Outro aspecto que salta aos ouvidos ao escutarmos “Motion”, é o peso constante que vocês conseguiram extrair das guitarras. O novo direcionamento musical e a mudança de afinação foi algo discutido por vocês previamente, ou ocorreu de forma natural? Marcelo e Paulo, como vocês analisam esse novo perfil de composição adotado em “Motion”?

Marcelo Barbosa: Soar mais pesado foi ao mesmo tempo uma decisão e algo natural. Além de usar sete cordas e afinar meio tom abaixo, as músicas têm partes mais diretas, mais arrastadas e isso faz com que soe mais pesado, querendo ou não. Há tempo entre as notas, em algumas passagens, para que o riff soe, respire e isso, naturalmente, dá a sensação de mais peso.

Paulo Schroeber: Fiquei muito empolgado quando foi decidido que iria se usar guitarras de sete cordas nesse novo trabalho, afinal eu venho usando esse tipo de guitarra minha vida inteira, então pra mim caiu como uma luva. Estou realmente muito ansioso para tocar ao vivo essas novas músicas, pois agora meu amigo, o bicho vai pegar (todos riem)!!!

Felipe Andreoli: Havia uma vontade geral de buscar um som mais pesado, isso foi totalmente unânime. E pra isso, nada melhor que baixar a afinação. Também houve uma preocupação muito grande em ter o melhor equipamento possível à nossa disposição, e nesse ponto o estúdio Norcal foi fundamental. O Brendan, dono do estúdio, é um fanático por guitarra, e dispõe de alguns dos melhores amplificadores do mundo, coisas que pouca gente tem. Contamos também com equipamentos emprestados por amigos nossos, que fizeram toda a diferença. Tínhamos na mão um arsenal invejável de guitarras, baixos e violões!

Edu Falaschi: É verdade, o que não faltou foi qualidade de amplificadores e instrumentos, só tinha calibre alto, foi uma porradaria geral (risos). Eu particularmente também queria muito experimentar minha voz em cima de guitarras de sete cordas. E o resultado me animou muito! Afinal, minha voz natural, tessitura e timbre sempre responderam melhor em tons mais graves e agressivos, apesar de eu gostar de cantar baladas e usar as vozes mais limpas. Mas cantar com peso, solto e uma interpretação mais dramática pra mim é muito mais natural do que cantar linhas agudas, limpas, retas e comportadas.

O álbum começa com “Hypnotized” e, logo de cara, não tem como ficar indiferente a um fator determinante para a relevância do material: a imprevisibilidade. A música começa com um peso absurdo, riffs cativantes e um refrão poderoso de muito bom gosto. Como se deu o processo de composição dessa faixa em específico?

Edu Falaschi: O disco em geral, basicamente, é uma composição de todos da banda! Mas na verdade eu trouxe a maioria das idéias inicias do CD. Não só na “Hypnotized”, mas em todas as músicas eu ia compondo, gravando tudo e mandando pra galera, pra saber a opinião deles e também pra mostrar o que eu tinha em mente em relação ao direcionamento do disco novo e do futuro do ALMAH. Por uma feliz coincidência todos nós estávamos olhando na mesma direção! Me lembro de trabalhar das nove às onze da manhã no estúdio do Tito Falaschi, meu irmão, durante uns quinze dias até ter material suficiente para juntar todo mundo e finalizar o CD na pré-produção. Sem o bom gosto, talento e criatividade desses caras, não adiantaria nada eu ter trazido as idéias iniciais, porque quando você traz uma música e dá espaço para outra pessoas incluírem idéias novas, a música tende a crescer e ficar ainda mais rica.

Presumo que “Hypnotized” iniciará os shows da próxima turnê, e ela foi uma escolha mais que acertada para iniciar o novo álbum. Ela possui uma letra bastante forte, que está relacionada ao sistema que somos impostos a nos adequar, onde os meios de comunicação nos ditam algumas regras de conduta e estética. Edu, o que você pode nos dizer sobre a idéia central descrita nessa canção?

Edu Falaschi: Bom, primeiramente é bom dizer que as letras em geral são temas livres e o CD não segue um conceito “aprisionador”. Cada música é uma história, queríamos falar de temas atuais, das coisas que nós vemos no dia a dia, desde as barbáries até os milagres da vida e o que aprendemos com tudo isso. “Hypnotized” fala da influência do mundo moderno nas nossas vidas. Ditando que temos que vencer a qualquer custo e risco, sermos ricos, poderosos, lindos, perfeitos e campeões o tempo todo. Mas o que é ser vencedor pra cada um? Morar a beira mar, numa casa simples, pescar e deixar a vida passar não pode ser um símbolo de sucesso! E quanto a criarmos nossos filhos com amor e dedicação e ouvi-los dizer no fim do dia “papai eu te amo”, estamos esquecendo de dar valor as pequenas coisas da vida. Nascemos puros, nus e alheios a tentação da ganância e do poder. Não precisamos morrer cegos e com saudade do que não fomos.

O trabalho de bateria em “Hypnotized” é outro ponto digno de nota. Marcelo Moreira demonstrou muita variação e pegada no decorrer de toda a faixa. Marcelo, como você avalia o trabalho em “Hypnotized”? Algum ponto importante que você queira destacar no processo de gravação da música?

Marcelo Moreira: Essa música é bem pesada. Em todo o disco eu procurei trabalhar bem os grooves. Procurei variar ao máximo. Gosto de criar grooves misturando os toms como no refrão. O bridge da música lembra um pouco os tempos antigos do Sepultura. O groove dessa parte tem influência dessa sonoridade. O solo tem levadas inspiradas em Gene Hoglan (Death) e Vinnie Paul (Pantera), que são bateras que admiro muito e sabem tocar complicado ou bem simples soando muito pesado. Acho que é o trabalho mais maduro que já gravei.

A segunda música do trabalho é “Living And Drifting”, e ela segue a linha frenética da faixa anterior. Esse aspecto deixa bastante claro que vocês acertaram em cheio na escolha da sequencia do track list do trabalho. Como vocês chegaram a um consenso no momento de definir a ordem das músicas encontradas no disco?

Felipe Andreoli: Não foi fácil, pois cada música tem seu ponto forte. A decisão veio depois de tentarmos várias ordens diferentes, ouvindo como soavam no conjunto. Chegamos a esse resultado que acredito ser o mais conciso, apresentando as músicas em uma ordem que faz sentido, sem se tornar maçante ou repetitiva. É uma pena que hoje em dia pouca gente ainda ouça o disco na ordem em que foi concebido pelo artista, pois na minha visão isso faz toda a diferença na compreensão do conjunto do álbum.

Marcelo Barbosa: Sem dúvida, o CD, seja ele qual for, só pode ser compreendido e analisado enquanto obra se escutado na íntegra e com as faixas na ordem certa. No caso do “Motion”, tudo tem um motivo, um porquê de estar ali e naquele momento. A escolha da ordem faz parte da composição da obra.

Edu Falaschi: Pode crer! Como o Felipe e Marcelo falaram, existe uma razão pra tudo numa obra. As pessoas deveriam saber disso e tentar pelo menos escutar na sequencia o tracklist divulgado. Experimentem! Acho que todos vão se surpreender!

Paulo Schroeber: Com certeza, esse é um trabalho que tem que ser ouvido do início ao fim, para se entender melhor a composição da obra como um todo.

“Living And Drifting” sugere como fonte de influência algumas das idéias difundidas pelo filósofo grego Heráclito, com diversas referências no decorrer do tema aqui abordado. O que vocês podem falar sobre a mensagem passada nessa música e como ela se conecta com a obra de Heráclito?

Felipe Andreoli: O Marcelo Barbosa trouxe essa citação do Heráclito, que tem tudo a ver com o clima da banda no momento: “Tu não podes descer duas vezes no mesmo rio, porque novas águas correm sempre sobre ti.” Basicamente, quer dizer que tudo está constantemente mudando. Tanto o rio não é o mesmo, quanto nós não somos os mesmos. A banda mudou, está muito mais madura, logo a música também não pode ser a mesma. A reflexão que me vem à mente é: como pode alguém fazer a mesma música por toda a sua vida, quando nós estamos constantemente mudando? Em resumo, trata-se de um incentivo para que nós abracemos as mudanças, tanto internas quanto externas, e que aprendamos com e nos adaptemos a elas, nos deixando levar pelas águas do rio.

Marcelo Barbosa: Completando o que o Felipe disse, todos nós, enquanto artistas, temos a arte como forma de expressão. Não há como expressarmos algo que não somos, que não temos dentro de nós, seria algo falso. Algo forçado. Se estamos em constante mudança e nos expressamos através da nossa forma de arte, que é a música, a mudança a cada trabalho é algo natural, a não ser que por motivos burocráticos o artista se veja amarrado a um conceito específico, por conta de contratos e/ou número de vendas. É aí que tudo começa a desandar.

Particularmente, “Living And Drifting” é uma das minhas preferidas em todo o trabalho, até por já conseguir imaginar a receptividade do público em sua versão ao vivo. Vocês já conseguem vislumbrar quais as músicas de “Motion” que entrarão no repertório dos shows da próxima tour?

Felipe Andreoli: Tenho certeza de que as músicas do disco soarão bem ao vivo, porque elas têm climas e dinâmicas bem variadas, mas muito bem estruturadas. Especialmente as partes mais pesadas eu já imagino que vão funcionar muito bem nos shows. Gostaria que, em algum momento, todas as músicas do disco fossem executadas ao vivo.

Edu Falaschi: Eu, modéstia a parte, acho que poderíamos facilmente tocar o CD todo ao vivo. Todas as músicas têm momentos pra galera agitar e cantar junto com a gente. Seria bem legal e divertido!

Marcelo Barbosa: A vontade, sem dúvida, é a de tocar o CD todo. O público acaba escolhendo as favoritas, de acordo com a afinidade e gosto pessoal. Normalmente as minhas favoritas não são as mesmas do grande público. Portanto o meu método de escolha de repertório ao vivo não é nada ortodoxo. Seria algo como escolher as que eu mais gostaria de ouvir em um show e deixá-las de fora (risos). De qualquer forma, tenho um carinho especial por cada uma das faixas. Cada uma contribui para a obra como um todo e estou certo de que este CD é muito coeso e bem escrito. Estamos todos ansiosos para que todos ouçam.

Paulo Schroeber: É, concordo com o Barbosa! Não é por ser um disco novo, mas a vontade mesmo é de tocar ele na íntegra ao vivo!!!! Estou tão ansioso quanto qualquer fã do ALMAH, pois tenho certeza que a receptividade desse disco será muito boa, e que vai ser bem difícil escolher nossas preferidas do “Motion” para a gente tocar ao vivo...

Continua...

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Sobre Eduardo Macedo

Teve a felicidade de descobrir o Metal com um álbum de um grupo nacional, Theatre Of Fate dos paulistanos do Viper. Atuante no cenário nacional, Eduardo Macedo administra a empresa de assessoria de imprensa MS Metal Press, juntamente com seu trabalho de redator para o site Portal Novo Metal e para a revista Lucifer Rising, esta última voltada ao que existe de melhor no Metal extremo mundial. Amante de todas as vertentes do Metal, Eduardo tem como foco o cenário brasileiro, onde já contribuiu como vocalista das bandas Tharsis e Veuliah, além de ser um colecionador incondicional de todo material lançado por bandas tupiniquins.

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