Soundgarden: material novo é diferente de tudo que fizemos

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
Enviar correções  |  Ver Acessos

Rick Florino do ARTISTdirect entrevistou o vocalista do SOUNDGARDEN/ex-AUDIOSLAVE Chris Cornell e falou sobre a nova canção de Chris, "The Keeper", faixa da trilha sonora do filme "Machine Gun Preacher" que estará em cartaz futuramente. Seguem alguns trechos da conversa.

Iron Maiden: O que a equipe consome quando vai a um pub?Rock: A história dos primórdios aos anos 90

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

ARTISTdirect: A "The Keeper" é um indício de seu processo criativo no novo SOUNDGARDEN ou ele foi bem mais pesado?

Cornell: Bem, não importa o que for, o SOUNDGARDEN sempre será mais pesado. Contudo eu também acho que musicalmente o material do novo SOUNDGARDEN é diferente de tudo que já fizemos. Assim sendo, acho que existe um tema que sempre tivemos. Acho que todas as vezes que fizemos um disco não era na verdade fácil fazer comparação com o anterior - a não ser o fato de sermos a mesma banda. Acho que podem haver momentos que são meio que sonoramente mais quietos e mais despojados. Num todo, é um disco de rock. É o que a gente faz.

ARTISTdirect: Sempre foi importante para você criar figuras imaginárias que não são necessariamente explícitas? Você pode interpretar a "The Keeper" de tantas maneiras quanto a Pretty Noose" ou "Let Me Drown". É crucial contar uma história que seja ambígua e que possa ser contada?

Cornell: Essa sempre foi a meta... Eu acho que as vezes que eu perdi o alvo foram aquelas quando parecia claro para mim e não estava claro para mais ninguém. «Risos» É bem fácil passar longe do alvo. Literalmente algumas palavras mal escolhidas pode tipo obscurecer o pensamento, a idéia e a imagem, e daí ela não está mais lá. É bom ouvir que sua sensação ficou intacta. A única instrução que recebi do Marc Forster, o diretor, foi "Não seja literal demais", coisa que eu nunca sou. Ele na verdade seguiu dizendo, "Você unca é, se eu tenho de dizer algo é isso". Eu concordo com isso. Eu realmente não acho que seria correto para um grande filme. Eu não acho que realmente haveria um ambiente onde isso funcionaria. Eu poderia relacionar um monte de canções compostas para filmes que são totalmente obviais e literais e descrevem a sinopse. É como se elas fossem a sinopse. Eu não vou perder nosso tempo. «Risos» Ok, a "Ghostbusters"!

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no ARTISTdirect.




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Todas as matérias da seção EntrevistasTodas as matérias sobre "Soundgarden"


Jim Carrey: Chris Cornell foi um cara muito especialJim Carrey
Chris Cornell foi um cara muito especial

Dream Theater: James LaBrie esquece letra de Black Hole SunDream Theater
James LaBrie esquece letra de "Black Hole Sun"


Iron Maiden: O que a equipe consome quando vai a um pub?Iron Maiden
O que a equipe consome quando vai a um pub?

Rock: A história dos primórdios aos anos 90Rock
A história dos primórdios aos anos 90


Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

Mais matérias de Nathália Plá no Whiplash.Net.

Cli336x280 CliIL