Coverdale: "eu não queria participar do declínio do Purple"

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Por Rívia Coimbra, Fonte: Goldmine Magazine, Tradução
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Bryan Reesman, colaborador da Revista Goldmine, conduziu em setembro de 2008 uma entrevista com o vocalista do WHITESNAKE, David Coverdale, que falou, dentre outras coisas, sobre sua saída do DEEP PURPLE em meados dos anos setenta.

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Sobre sua saída do DEEP PURPLE:

“Eu deixei o PURPLE após o show do Liverpool. Aquilo foi uma porra embaraçosa. Eu não queria me tornar parcialmente responsável por arrastar o PURPLE para a lama, os detalhes eu creio que eu não queira falar sobre eles porque envolveria diversas críticas a vários membros. A circunstância foi que eu saí e me pediram para que eu ficasse calado até que alguns dos membros decidissem que direção tomar. Mas eu estava um caco emocional no final de tudo. As drogas entravam de maneira extremamente excessiva, e foi péssimo olhar para trás e ver alguns dos membros fundadores tocando com as cabeças baixas por vergonha. Eu simplesmente pensei, 'foda-se, tô fora disso.' Eu simplesmente não conseguia mais. Eu não queria participar da morte do legado do grupo. O DEEP PURPLE era uma banda inacreditavelmente amada e ainda o é na Europa."

Sobre seus dias de drogas no PURPLE:

"Eu tinha o que eu chamo de '1% de sentido Yorkshire'. Você diria, 'Ok, esta é última carreira da noite.' Então, cinco minutos depois, vinha outra. Eu não mergulhei de cabeça, mente e alma como alguns fizeram, mas certamente fiz o suficiente para saber do assunto."

Sobre as lições de vida que aprendeu:

"Essas são questões impossíveis [de responder]. A melhor lição de vida que eu posso dizer a qualquer um é equilíbrio. Essa é a melhor coisa que eu posso oferecer. Isso e um grande advogado e um grande contador. E uma grande mulher na sua vida. Me custou algumas tentativas, mas eu fui absolutamente, excessivamente, abençoado com a minha querida esposa. Eu tenho tudo, babe. Eu sou o bastardo mais sortudo que eu conheço".

Sobre trabalhar com o guitarrista Doug Aldrich, do WHITESNAKE:

"Após desenvolvermos uma boa amizade nas turnês e andando juntos, era inevitável que a conversa pendesse para o lado musical ao invés de ser sobre trivialidades. É bem similar a minha fabulosa amizade/ relacionamento/ parceria com Adrian Vandenberg. Grandes amigos, e nós transformamos isso em um relacionamento criativo e saudável. Você não precisa bater um no outro de forma agressiva e negativa para criar um bom rock. Se assim fosse, eu ainda estaria trabalhando com alguns cuzões do meu passado!"

Sobre ver Jimmy Page após um show recente:

"Ele disse, 'Eu queria que fizéssemos mais coisas juntos novamente'. Eu disse, 'Não se preocupe'. Eu fiquei encantado com o que fizemos. Foi uma honra e um privilégio trabalhar com um dos meus heróis, e que agora é um dos meus amigos mais queridos, a quem eu amo, adoro e apoio".

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