Zakk Wylde: "Ozzy Osbourne é como um pai para mim! Eu o amo!"
Por Mundo Rock
Fonte: Laser Company
Postado em 04 de abril de 2008
Em entrevistas para o portal Mundo Rock e a imprensa uruguaia, Zakk Wylde (Black Label Society e Ozzy Osbourne) falou sobre as expectativas dos shows que está fazendo neste começo de abril na América do Sul, a sua primeira visita ao continente e também a primeira vez que Zakk tocará na região como guitarrista de Ozzy. E ele já chegou com tudo mandando um recado aos fãs brazucas.
"Alô Brasil! Aguardem que o Black Label Society está vindo com tudo! Vamos detonar nestes super shows marcados para Rio e Sampa... mal posso esperar!"
Laser: E como estão as coisas Zakk?
ZW: "Tudo na boa cara, mas começamos a ensaiar agora, e temos ainda que voar amanhã para a Argentina".
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Laser: É verdade, e você sabia que os shows no Rio de Janeiro serão realizados na mesma arena aonde ocorreram algumas modalidades dos últimos Jogos Pan-Americanos?
ZW: "Não sabia, demais! Não cheguei a acompanhar os jogos, até porque aqui nos Estados Unidos não tivemos tanta repercussão, mas se for como a galera do futebol já está bom
demais! (Risos)"
Laser: Falando nisso, você tocará com sua banda (Black Label Society) e com Ozzy. São dois shows no mesmo dia. Você tem algum planejamento diferente para estas noites?
ZW: "Não... já fiz isso antigamente, alguns verões atrás... foi como subir 120 degraus de uma tacada só. Não será um problema".
Laser: Algum planejamento especial para estes shows?
ZW: "Não necessariamente. Amo a música logo não importa. Só preciso me aquecer e tudo corre bem".
Laser: Você já deixou claro em outras oportunidades que com você e Ozzy não há contratos ou acertos, ele te chama e você vai...
ZW: "Exatamente".
Laser: Com isso sabemos que vocês possuem uma conexão muito intensa no nível musical. Você acha que conseguiu trazer algo do BLS para o novo CD de Ozzy ("Black Rain")?
ZW: "A princípio não. Compusemos o CD como sempre fizemos. Mas admito que o plano era gravar um CD monstruoso com Ozzy, ele merecia e eu tinha que dar isso a ele".
Laser: Há 20 anos atrás você gravava "No Rest For The Wicked", seu primeiro trabalho com Ozzy, o que lembra dessa época?
ZW: "Simplesmente mudou minha vida. Caguei nas calças e tudo mais, foi uma loucura. Ozzy só chegou e disse 'Zakk, troque suas calças e vamos tocar!' (Risos)".
Laser: Com isso você já percebeu que é o guitarrista que passou mais tempo ao lado de Ozzy, superando inclusive Tony Iommi?
ZW: "Cara, você sabe... ele é como um pai para mim. Eu amo ele, é só o que importa. Tudo corre bem quando estamos trabalhando. Se ele não gosta de um 'riff' eu mudo e tudo fica bem. Não me importo de mudar quantas vezes ele me pedir, pois logo sairá algo fantástico. Estamos focados no mesmo objetivo, então sei que quando ele não gosta de alguma coisa
é porque não iria funcionar".
Laser: Como guitarrista quem você citaria como seus 5 "guitar heroes" preferidos?
ZW: "Obviamente Jimi Hendrix, Randy Rhoads, Eddie Van Halen, Frank Marino e Al Di Meola".
Laser: Como surgiu seu interesse pela guitarra?
ZW: "Quando jogava futebol americano vi meu treinador tocando 'Crazy Train' e em sequência uma música de Hendrix. Eu tinha 14 anos e ele estava numa banda. Isso me explodiu, nada do que você escrever irá explicar o que senti. A música provou para mim que Deus existe".
Laser: Você nunca mais lançou nada com o projeto Pride And Glory. O que aconteceu?
ZW: "Estamos fugindo dos fãs!(Risos). Na verdade cada um foi para seu lado, mas ainda nos falamos".
Laser: Como serão os shows do BLS na América do Sul?
ZW: "Muito melhores se você estiver bêbado! (Risos). Faremos um super show. E ainda tocarei com Ozzy, logo os objetivos são claros: destruir tudo! Deixar o pessoal feliz e
alegre, e bêbado!"
Laser: Você irá jogar amplificadores na platéia, como no vídeo que entrou no Youtube?
ZW: "Ontem taquei uma guitarra... nunca se sabe".
Crédito para: R. Carnovale e J. Polito
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