Evergrey: uma montanha-russa de sentimentos
Resenha - A Heartless Portrait; The Orphean Testament - Evergrey
Por Felipe Cipriani Ávila
Postado em 11 de junho de 2022
Escrever a respeito do EVERGREY é sempre abordar sobre uma banda pela qual eu tenho um tremendo carinho e um amor imensurável. Sim, infinito, por mais exagerado que isso possa parecer ou soar. É necessário frisar que essa breve análise, na realidade, mais um relato propriamente dito, arvora-se muito mais em aspectos pessoais e opinativos do que propriamente técnicos.
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Ah, ainda me lembro quando eu e um grande e inestimável amigo a "descobrimos", adolescentes, no ensino médio, e o quanto aquilo significou o mundo para nós, em todos os sentidos. Aquelas músicas falavam conosco, de forma bem íntima e afetiva. E é isso, ter o privilégio de escutar cada lançamento do grupo significa o mundo para mim. O grau de identificação que eu sinto pelas melodias altamente envolventes, pelas vocalizações excepcionais de Tom Englund, pela atmosfera, pelas letras, e, sobretudo, pelas composições como um todo nunca deixa de saltar aos meus olhos (e, evidentemente, aos meus ouvidos).
A verdade é que a música faz toda a diferença em nossas vidas. Ela nos traz conforto, acalento, e, principalmente, uma alegria transbordante, difícil de explicar em palavras.
Como sempre ocorre com os discos do quinteto sueco, "A Heartless Portrait: The Orphean Testament", ora, causou em mim um estardalhaço, uma miscelânea de sentimentos, como se este que vos escreve estivesse em uma montanha-russa. Não consigo explicar como posso já prezar e amar tanto essas músicas, que, verdade seja dita e pontuada, parecem fazer parte da minha jornada por anos. Muito obrigado por tanto, EVERGREY. Espero, em breve, vê-los ao vivo, se assim for possível. Apreciem sem moderação!
Lista de músicas:
1 — Save Us
2 — Midwinter Calls
3 — Ominous
4 — Call Out The Dark
5 — The Orphean Testament
6 — Reawakening
7 — The Great Unwashed
8 — Heartless
9 — Blindfolded
10 — Wildfires
Formação atual:
Tom Englund — Vocal/guitarra
Henrik Danhage — Guitarra
Rikard Zander — Teclados
Johan Niemann — Contrabaixo
Jonas Ekdahl — Bateria
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