Belle Trio: surge mais um ótimo nome da música instrumental brasileira
Resenha - Tríptico - Belle Trio
Por Victor de Andrade Lopes
Postado em 16 de outubro de 2019
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Depois de duas décadas acompanhando músicos do naipe de Cátia de França, Gus Monsanto, Oniblues Band, Arthur Maia, Chico César, Jorge Amorim, Xangai, Milton Guedes, Russo Passapusso e outros, o guitarrista brasileiro Wiliam Belle finalmente decidiu criar e lançar um material totalmente autoral.
Unindo forças com dois companheiros da Oniblues Band - o baixista Zeca Vellozo e o baterista Coquinho - Wiliam formou o seu Belle Trio e, com ele, colocou nas plataformas digitais o seu disco de estreia Tríptico.
A qualidade do lançamento com certeza o coloca em pé de igualdade com outros ótimos nomes recentes do instrumental brasileiro como Freakeys, Fernando Molinari e Matheus Manente. E por que não compará-lo com artistas internacionais? Sem dúvidas há calibre aqui para isso.
A abertura "Fusion Nº 1" é um excelente cartão de visitas, resumindo de forma concisa a proposta musical do álbum. "Coconut Groove" permite a Coquinho (há!) mostrar o seu melhor nas baquetas e, condizentemente, é uma das faixas mais rítmicas. Essa diversidade rítmica vai voltar assim, no talo, só lá na ótima "Organized Mess", cujo nome é bastante apropriado para o gênero do disco como um todo.
No meio do caminho, temos "Prestige", "Saturno" e "Belle Blues", que adotam uma roupagem mais serena e leve, com foco no fino canto da guitarra de William (que, afinal, é o líder do trio). O encerramento "Terra Oca" leva isso a um patamar diferente ao dispensar percussão e focar apenas nas cordas - todas tocadas pelo próprio William. Uma jornada musical inspirada no clássico Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne.
Como prometido na divulgação do trabalho, Tríptico é uma obra que colide harmoniosamente rock, jazz fusion, MPB, blues, funk e R&B. É o tipo de som que eu poderia ouvir por horas a fio num bar apreciando uma boa cerveja sem enjoar. Convido você a fazer o mesmo favor a si mesmo.
Abaixo, a faixa "Fusion Nº1":
Track-list:
1. "Fusion Nº1"
2. "Coconut Groove"
3. "Prestige"
4. "Saturno"
5. "Belle Blues"
6. "Organized Mess"
7. "Terra Oca"
Fonte:
Sinfonia de Ideias
http://bit.ly/belletrio
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
A banda americana dos anos 1970 que é a maior influência da nova baterista do Rush
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Keith Richards
Hellripper anuncia 4 shows no Brasil em turnê inédita para 2027
Como Mark Knopfler adaptou um defeito para escapar de tocar guitarra "do jeito errado"
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
A banda dos anos 80 que Kurt Cobain dizia ter envelhecido rápido demais
O guitarrista mais rápido que Slash viu tocar; "literalmente explodiu minha cabeça"
O guitarrista que é "facilmente o melhor" que Jimmy Page já viu de perto, segundo o próprio
O vocalista que fez teste para o AC/DC antes de Axl Rose assumir no lugar de Brian Johnson
O dia que Andre Matos criticou a voz da cantora Marisa Monte



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



