Black Elephant: Tão desconsertante quanto um mundo caótico e sem dor

Resenha - Cosmic Blues - Black Elephant

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Por Ricardo Cunha, Tradução
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Seria difícil encontrar uma descrição melhor para o álbum Cosmic Blues da banda Black Elephant do que o título do próprio álbum. Original de Savona/Itália, o quarteto conjurou os espíritos que geraram o Back Sabbat para criar uma música pesada e viajante com inspiração nos melhores grupos dos anos 70. Cosmic Blues é o terceiro álbum da banda. Antes, lançaram Bifolchi Inside (2014) e Spaghetti Cowboys (2012). O disco recém lançado marca a estreia da banda na gravadora Small Stone Records.

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Formada pelo vocalista/guitarrista Alessio Caravelli, o guitarrista Massimiliano Giacosa, o baixista Marcello Destefanis e a baterista Simone Brunzu, o Black Elephant deixa sua marca no underground italiano com músicas memoráveis ​​e um som que é tão desconsertante quanto imaginar um mundo caótico sem dor. Os riffs, apesar de não serem inovadores, são cativantes, as atmosferas remetem à climas áridos-espaciais e os solos são viajantes e carregados de distorção.

Acumulando algo aproximado em uma centenas de shows, a banda tem experiência para experimentar no estúdio e testar seus limites musicais. O Black Elephant toca com uma intensidade que parece natural dado o talento dos músicos e a dedicação com a qual tratam o seu trabalho. Com Cosmic Blues, a banda pode alcançar níveis de exposição ainda não experimentado pela banda. E é bom que estejam preparados, pois seu som já me conquistou.

O disco foi produzido e mixado por Giulio Farinelli; gravado no Green Fog Studio, em Gênova; mixado por Giulio Farinelli no estúdio Everybody On The Shore, Milão e masterizado por Maurizio Giannotti no New Mastering Studio, Milão, tudo na Itália. A capa e desenho foram feitos por Robin Gnista e o álbum foi lançando pela Small Stone Records (ASCAP).

TRACK LIST:

01-Cosmic Soul (4:55)
02-Helter Skelter (7:04)
03-Chase Me (1:43)
04-Walking Dead (3:11)
05-Baby Eroina (7:31)
06-Cosmic Blues For Solitary Moose (3:50)
07-Inno (6:05)

Referências: Facebook oficial da banda




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Sobre Ricardo Cunha

Apaixonado por música e estudante de Filosofia, juntou os interesses para escrever principalmente sobre rock e metal.

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