Máquina Monstro: Rock, pop e psicodelia no álbum de estreia
Resenha - Invisível - Máquina Monstro
Por Ricardo Dezerto
Postado em 20 de maio de 2018
Letras políticas, reflexivas, existencialistas, filosóficas e até de amor. É com apuro na mensagem que os paulistanos da Máquina Monstro lançam de forma independente seu primeiro disco, "Invisível".

Com os vocais se alternando entre os guitarristas Daniel Pastori e Guilherme Paes e o baixista Rick Flausino, o instrumental denso e elaborado se completa com a bateria de Tico Virno.
Longe de apelar para virtuosismos, os arranjos visam acima de tudo a musicalidade, abrindo espaço para a produção caprichada de Guto Gonzalez, do Estúdio Lamparina, que conferiu coesão a um trabalho tão plural.
A banda parte da austeridade pós-punk de "Luz e Sombra" e "Vigésimo Andar" e se aventura até os tons mais épicos de "Abstração", "Teoria do Caos" e "A Estrada".
Alternando momentos de puro rock como na faixa título, "Quinze Dias" e "Esperando o dia Passar" com passagens mais psicodélicas e brasileiras de "Biografia do Desconhecido", "Grão Azul" e "Segundos Minutos e Nada" a Máquina Monstro desfila suas múltiplas influências sem perder a unidade.
"Segundos, Minutos e Nada", aliás, lançada como single e que ganhou um belo clipe, com direção de Hugo Cuccurullo.
Em seus 40 e poucos minutos, "Invisível" traz uma experiência intensa e multifacetada de rock mostrando que há muito que se ouvir na cena independente brasileira.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor introdução de bateria de todos os tempos, segundo Gastão Moreira
O metal do Angra respira: Alírio Netto e banda em noite iluminada.
Tony Iommi (Black Sabbath) fala sobre seu melhor amigo, Brian May (Queen)
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
O álbum definitivo do Dream Theater, na opinião do vocalista James LaBrie
Bill Ward não quis participar da turnê de despedida do Black Sabbath
Baterista do Linkin Park tenta tocar Paralamas e é detonado: "João Barone dá de mil nele"
O disco dos anos 70 que David Ellefson considera perfeito
A opinião de Bruce Dickinson sobre o Cannibal Corpse em 1994
Kiko Loureiro respeita muito Tony Iommi, mas acha que guitarrista do Black Sabbath é "quadrado"
O que o Nightwish pedia para Anette Olzon mudar no palco, segundo a própria
O curioso conselho de James Hetfield para vencer a bebida e ficar sóbrio para sempre
A música que fracassou em inglês e virou um hit nacional dos anos 1960
A banda dos anos oitenta que mudou a forma como Bono enxergava os Estados Unidos
Qual banda do Big Four do thrash metal possui a discografia de estúdio mais extensa?
Dream Theater: os segredos do álbum Octavarium
O guitarrista que para Prince era insuperável; "nunca mais haverá outro como ele"
As dez músicas mais pesadas que o Pink Floyd gravou ao longo de sua carreira

Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
Resenha: "Hard-Fi" - Rosa Tattooada (2026)
Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida



