Baroness: Excelente banda, excelente trabalho
Resenha - Purple - Baroness
Por Murilo Moneo
Postado em 03 de março de 2016
Para quem tem acompanhado o trabalho dos norte-americanos do Baroness, trata-se de uma evolução mais pesada e direta do antecessor "Yellow & Green".
.
Baroness - Mais Novidades
Para quem nunca ouviu: invista um pouco de seu tempo, pois essa banda vale muito a pena, principalmente se você for fã de Mastodon, Red Fang e outras bandas de Stoner e Sludge.

"Purple" é o primeiro álbum do Baroness depois do fatídico acidente de ônibus, ocorrido em agosto de 2012, que machucou nove pessoas e quase impossibilitou o guitarrista/vocalista John Baizley de seguir a cerreira musical.
Enfim, vamos falar das músicas...
A faixa que abre o álbum dita bem o que vem a seguir. "Morning Star" mescla momentos de complexidade e simplicidade com excelência. As faixas de guitarra parecem conversar entre si e enche o ouvinte de expectativa sobre o que vem a seguir.
A segunda faixa também chama bastante atenção. Guitarras coesas, bateria agressiva e vocais muito bem conduzidos por John Baizley.
O álbum segue com "Try to Disappear" e "Kerosene", que continuam com a boa pegada, sendo pesadas mas sem agredir os ouvidos.

"Fugue" é um interlúdio instrumental muito melódico e é bem interessante prestar atenção nas linhas de contrabaixo nessa faixa.
O destaque, na minha opinião, fica com "Chlorine & Wine". A faixa, com quase 7 minutos, mostra bastante influência do progressivo dos anos 70 e 80 e surpreende com o peso e a melodia dosados de maneira muito eficaz.
Em seguida temos "The Iron Bell" e "Desperation Burns", canções mais rápidas mas bem coesas, com linhas instrumentais bem diretas e com os excelentes vocais de Baizley.
"If I Have to Wake Up (Would You Stop the Rain?)" quebra um pouco a levada do álbum, sendo mais melódica e com uma sonoridade bem "setentista".
Por fim, fechamos com "Crossroads of Infinity", décima e última faixa do álbum, que não chega a ser uma música em si.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Concluindo...
Mais um excelente trabalho dessa banda que ainda não é muito conhecida aqui em terras tupiniquins. Vale muito a pena ouvir os trabalhos anteriores da banda, principalmente "Blue Record" de 2009 e o já citado "Yellow & Green" de 2012.
Artista: Baroness
Álbum: Purple
Data de lançamento: 18/12/2015
Baroness:
John Baizley - Vocais, Guitarra, Piano
Pete Adams - Guitarra, Vocais
Nick Jost - Baixo, Piano, Sintetizadores
Sebastian Thomson - Bateria

1. "Morningstar"
2. "Shock Me"
3. "Try to Disappear"
4. "Kerosene"
5. "Fugue"
6. "Chlorine & Wine"
7. "The Iron Bell"
8. "Desperation Burns"
9. "If I Have to Wake Up (Would You Stop the Rain?)"
10. "Crossroads of Infinity"
Espero que tenham gostado da resenha. Obrigado a todos!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



70 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil em maio
Steve Harris afirma que nunca conseguiu assistir um show dos Rolling Stones
Amy Lee relembra a luta para retomar o controle do Evanescence; "Fui tratada como criança"
O cover gravado pelo Metallica que superou meio bilhão de plays no Spotify
5 bandas de heavy metal que seguem na ativa e lançaram o primeiro disco há mais de 40 anos
O rock ainda é gigante no Brasil? Números e dados desafiam o discurso de "crise do gênero"
A curiosa lista de itens proibidos no show do Megadeth em São Paulo
A música de Bruce Dickinson que tem um dos melhores solos de Adrian Smith
Dez músicas clássicas de rock que envelheceram muito mal pelo sexismo da letra
A condição de Ricardo Confessori pra aceitar convite de Luis Mariutti: "Se for assim, eu faria"
As músicas com as melhores letras do Shaman e do Angra, segundo Ricardo Confessori
A dificuldade de incluir K.K. Downing em documentário do Judas Priest
O dia em que Nuno Bettencourt levou um beijo na boca de Eddie Van Halen e travou
Ex-guitarrista do Turnstile pode passar o resto da vida na cadeia
O disco clássico do Soulfly que Max Cavalera considera estranho
Nirvana: "In Bloom" e o recado para quem canta sem entender a letra
O famoso álbum de power metal com erro de concordância nominal no título
Renato Russo fazia questão de remunerar bem os músicos que acompanhavam o Legião Urbana
Stryper celebra o natal e suas quatro décadas com "The Greatest Gift of All"
Kreator - triunfo e lealdade inabalável ao Metal
"Eagles Over Hellfest" é um bom esquenta para o vindouro novo disco do colosso britânico Saxon
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar

