Burn In Pain: Música pesada boa de se ouvir

Resenha - Extreme Visions of The World - Burn In Pain

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Recentemente, o artista plástico e vocalista pernambucano Alcides Burn (INNER DEMONS RISE) divulgou que estava entrando em um novo projeto, chamado BURN IN PAIN, ao lado de Danilo Coinbra (MALEFACTOR/DIVINE PAIN).
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Finalmente, há poucas semanas, o primeiro trabalho da dupla, "Extreme Visions of The World", foi divulgado e disponibilizado para download neste link.

Para quem conhece a trajetória de ambos, um trabalho de qualidade já era de se esperar. No entanto, o que recebemos é realmente surpreendente. A bolacha começa com "A Poem To Death" e, mesmo que você não conheça os trabalhos anteriores de Alcides Burn como vocalista (no INNER DEMONS RISE, por exemplo), o vocal já agrada. Os riffs de Danilo não ficam atrás. Também impressiona que o mesmo Danilo seja o responsável pelas baquetas e pelos graves e que tudo soe como uma banda de verdade, com seus quatro ou cinco integrantes. Tudo isso culmina num curto porém marcante solo. Na letra, ecos de Friedrich Nietzche, o famoso filósofo alemão que tem sido revisitado com frequência por inúmeras bandas de metal (inclusive a maior delas, você sabe de quem estou falando).

A próxima faixa, que dá nome ao EP, continua o clima, com agressividade na medida certa, vocais certeiros, riffs empolgantes e bom trabalho de bateria. O trabalho é fechado de forma magistral com "Just Hanging On", que, com sua mistura de melodia e peso, tem potencial para ficar na mente do headbanguer por horas após a primeira audição. A capa, como não poderia deixar de ser, é obra de Alcides, que também é o responsável por um sem número de artes de bandas nacionais e internacionais.

O EP não lança bases de nenhum novo death metal, nem, por outro lado, se atém especificamente ao old school. É apenas música pesada boa de se ouvir, com letras reflexivas e um som bem trampado, numa produção bem feita. Certamente, um trabalho promissor, um belíssimo cartão de visitas para um novo projeto e cujo pecado maior encontra-se em ser apenas isso, uma espécie de convite, deixando todos os ouvintes ainda mais ansiosos por um trabalho completo e oportunidades para conferi-lo ao vivo (com mais integrantes, obviamente).

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Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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