Jorn: aula de como banda e público devem se comportar
Resenha - Live In America - Jorn
Por Clóvis Eduardo
Postado em 19 de agosto de 2008
Nota: 8 ![]()
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Sou muito fã de cds ao vivo. Acredito que como os estúdios de gravação estão cada vez mais tecnológicos e modernos, os músicos podem mostrar todo o potencial em apresentações para o grande público. E se a qualidade da gravação destes shows for tão profissional como de estúdio, a coisa fica ainda melhor.
E parece que Jorn Lande se aproveitou deste quesito. "Live In America" é uma perfeita demonstração de como banda e público devem se comportar em uma noite de espetáculo. Artista dando o melhor de si, e a audiência metendo lenha em gritos e aplausos. Lande foi muito feliz na escolha das músicas deste CD duplo gravado durante o Progpower USA, realizado em 16 de setembro de 2006 na cidade de Atlanta, na Geórgia, nos Estados Unidos. O repertório envolve grandes sucessos da carreira solo do artista como "Blacksong" e "Out Of Every Nation", além de algumas escolhas típicas como covers do Deep Purple, Whitesnake e Thinn Lizzy.
O talentoso vocalista destrói, como sempre, as linhas vocais dos maiores mestres do rock mundial, e ataca de ídolo do Hard/Heavy Metal como poucos. Devo confessar a verdadeira simpatia pelo tom de voz do sujeito, inconfundível e comparado aos grandes vocalistas da história. Para completar, o cara ainda tem a parceria de quatro músicos fora do sério, o que torna o disco e o show ainda mais atraentes.
Tore Moren e Jörn Viggo Lofstad nas guitarras, Steinar Krokmo no baixo e Willy Bendiksen na bateria fazem um show irrepreensível. As guitarras estão pesadas e gritantes, auxiliadas pelo peso do baixo de Steinar, que domina o instrumento de seis cordas com técnica invejável. Mas o destaque mesmo, fica por conta de Jorn Lande, um sujeito carismático, cheio de trejeitos e sigmas no palco, mas que é realmente um dos mais competentes vocalistas da atualidade. Acredito que ele, Bruce Dickinson e James Labrie são as vozes mais cativantes atualmente no metal.
Mas, assim como os discos ao vivo podem mostrar como são bons nossos ídolos, eles podem esconder também alguns recursos de recuperação, já que nem sempre os instrumentos funcionam 100% no palco. Apesar disso, reconhecemos que a mixagem e a masterização feita por Tommy Hansen do estúdio Jailhouse, da Dinamarca, ficou realmente impressionante, assim como a arte gráfica do disco, com várias fotos da apresentação em solo americano.
Hellion Records
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