Resenha - closure: live - Theatre of Tragedy
Por Thiago Sarkis
Postado em 25 de abril de 2002
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É difícil compreender a metodologia e as idéias usadas pelo Theatre Of Tragedy para atingir e mexer com seus fãs. Estes noruegueses parecem viver num choque de identidade tremendo, mas que inegavelmente surte efeito, tirando-os da sombra de qualquer outra banda, e garantindo, por vezes, o lançamento de trabalhos que acabam por virar referência, pelo alto nível de originalidade e competência dentro de seus propósitos.
Theatre Of Tragedy - Mais Novidades
Depois das mudanças radicais de "Musique" (2000), e na expectativa de "Assembly" (2002) - disco já revisado no Whiplash! e também de estilo eletrônico -, era de se esperar tudo de um ao vivo do grupo, menos algo tão balanceado e coerente com as raízes dos áureos anos (1994 – 1998), quando houve a conquista de admiradores de uma vertente bem diferente à qual estão acostumados a praticar hoje Liv Kristine, Raymond I. & cia.
"closure:live" foi gravado no Metal Mania Festival em 2000, e agrada pela excelente qualidade sonora. O set / track list chega próximo à completude, não a alcançando apenas pelo terrível remix de "Black As The Devil Painteth" e pelo foco excessivo nas passagens menos raivosas do grupo, o que acaba deixando um toque repetitivo implícito.
Além da faixa supracitada, temos nove músicas, sendo cinco delas retiradas de "Aégis" (1998), mais duas de "Velvet Darkness They Fear" (1996), uma do debute auto intitulado de 1995, e "Der Spiegel", presente na versão brasileira deste último citado, porém proveniente na verdade, do Mini-CD "A Rose For The Dead" (1997).
Boa parte do material apresentado neste ao vivo chega a ir além do que fora apresentado nas tiragens originais de estúdio. Os seguidores do norteamento robótico adotado atualmente pela banda só deverão se satisfazer com uma ou outra faixa. Já aqueles que apreciam a fase ‘humana’ do Theatre Of Tragedy, vão à desforra, podendo matar a saudade de antigos clássicos.
Material cedido por:
Hellion Records – http://www.hellionrecords.com
Rua Dr. João Maia, 199 – Aclimação
CEP: 04109-130 - São Paulo / SP - BRASIL
Tel: (0xx11) 5539-7415 / 5083-2727 / 5083-9797
Fax: (0xx11) 5083-3077
Email: [email protected]
Liv Kristine (Vocais)
Raymond I. Rohonniy (Vocais)
Frank Claussen (Guitarra)
Vegard K. Thorsen (Guitarra)
Lorentz Aspen (Teclados)
Hein Frode Hansen (Bateria)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
O disco de Bruce Dickinson considerado um dos melhores de metal dos anos 90 pela Metal Hammer
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
Marcelo Barbosa rebate crítica sobre Angra: Alguém pagou pelo hiato?
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
O músico que detestou abrir shows do Guns N' Roses no início dos anos 1990
Fita com registro de ensaio de Ozzy Osbourne em 1979 é encontrada
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
O bastidor bizarro envolvendo músico do Brasil e P!nk: "Eu estava de cueca e o Slash entrou"
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
Eloy Casagrande revela quando surgiu o convite para o Slipknot
A característica dos músicos brasileiros que impressionou o lendário Jon Anderson do Yes


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



