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Resenha - Razorblade Romance - HIM

Por Sílvio Costa
Em 23/02/03

Há alguns anos, um sub-estilo denominado pela imprensa especializada européia como "love metal" vem ganhando espaço e conquistando adeptos, em sua maioria, órfãos do movimento pós-punk ou ainda do gótico. Dentre as inúmeras bandas deste sub-estilo, os finlandeses do HIM (o nome é uma sigla - His Infernal Majesty) ganharam alguma notoriedade, conseguindo contrato com uma major (BMG) e lançando este Razorblade Romance.

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Explorando o visual andrógino do vocalista Ville Valo e temas que sempre oscilam entre o amor, solidão e morte, este disco está repleto de melodias pesadas e melancólicas, sem, no entanto, soarem depressivas ou densas demais. Devo confessar que ao ver a capa do disco pela primeira vez (uma foto do referido vocalista numa pose extremamente gay...) eu levei um susto. Mesmo assim, pus o disco para rolar e o resultado sonoro dos rapazes é surpreendente. Riffs marcantes, vocalizações densas (sem soarem arrastadas, como no To/Die/For, por exemplo)e uma cozinha monolítica (o baterista Gas é conhecido por quem já ouviu o disco solo de Timo Kotipelto, do Stratovarius) são as principais características desse álbum. Algumas faixas mostram com mais riqueza estes elementos. A pesada Poison Girl ou a belíssima balada deprê Join Me são algumas das faixas mais legais. Além delas, o cover para Wicked Game, do Chris Isaak (muitas vezes superior à chata versão original) merecem o devido destaque.

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Este é um álbum indicado para pessoas de mente mais aberta e que não se assustam com a primeira impressão. Vale a pena.

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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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