Dave Mustaine: Cantores dos anos 60 que influenciaram o Megadeth

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Por Victor Kataóka, Fonte: H2R
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O que sempre me chamou atenção na música do Megadeth foi a melodia, e não a veia mais thrash da banda.

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Na sua biografia, Mustaine cita alguns cantores dos anos 60 que ele escutava quando criança, e que ajudaram a influenciar o senso de melodia que formaria a base do Megadeth.

"Adorava ouvir esses caras, e se acha que isso é algo estranho para um futuro guerreiro do Heavy Metal, bem, pode ficar achando".

A seguir, o H2R trás um pouco do universo dessas lendas da música pop, pouco difundidas entre os fãs de Heavy:

Engelbert Humperdinck

Engelbert é um famoso cantor anglo-indiano que vem fazendo shows desde o fim dos anos 50, e com 80 anos de idade, ainda segue na ativa (inclusive, em 26 de julho de 2016 ele postou no seu facebook um vídeo onde treinava boxe com um saco de pancada, se preparando para shows nos Estados Unidos e Nova Zelândia, e fazendo referência ao time de sua terra natal, o surpreendente atual campeão Inglês Leicester City).

Em 1967 os singles "Release Me" e "The Last Waltz" entraram no topo dos charts do Reino Unido, vendendo mais de 2 milhões de cópias apenas naquele ano. Em 1976, ele fez grande sucesso nos Estados Unidos com ""After the Lovin'". Em 1989, Humperdinck foi premiado com uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood, Estados Unidos, e ganhou um Globo de Ouro como artista do ano.

No total o cantor já vendeu mais de 150 milhões de discos.

Frankie Valli

Francis Stephen Castelluccio tem 82 anos de idade e é mais conhecido pela música que ilustra essa matéria, além de ter sido o vocalista principal da The Four Seasons, com hits como Sherry.

Em 1978, gravou e marcou época com a música "Grease", composta por Barry Gibb dos Bee Gees, para o filme "Grease - Nos Tempos da Brilhantina", estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John.

Suas músicas estiveram por 25 vezes no Top 40 de sucessos dos Estados Unidos

Gary Puckett

Com uma das vozes mais belas dos anos 60, Gary Puckett inicialmente chegou ao sucesso com a banda The Union Gap, e posteriormente em carreira solo. Inicialmente guiados pelo "hitmaker", compositor e produtor Jerry Fuller, que conseguiu para a banda um contrato com a Columbia Records, a relação entre eles se desgastou, e cada membro acabou seguindo o seu caminho.

Em carreira solo, Gary nunca conseguiu repetir o sucesso de sua banda, mas até hoje ele segue tocando os seus hits do passado, tais como "Woman, Woman", "Young Girl" e "Lady Willpower", que entraram no Top 5 dos Estados Unidos, sendo que a música escolhida para fazer parte dessa matéria ficou em 2º lugar nos Estados Unidos e Austrália, e em primeiro no Reino Unido.

Righteous Brothers

The Righteous Brothers é o nome do dueto musical formado por Bill Medley e Bobby Hatfield. Eles gravaram de 1963 até 1975, e continuaram tocando ao vivo até a morte de Hatfield em 2003, que foi causada por uma intoxicação aguda por cocaína. Ele tinha uma doença coronária em estágio avançado, sendo que, como causa da morte, foi apontado um ataque cardíaco. Ele faleceu horas após uma apresentação dos Righteous Brothers.

O grupo ficou famoso por canções como "Unchained Melody" e "You've Lost That Lovin' Feeling". O maior sucesso da dupla foi a música "You've Lost That Lovin' Feelin' que atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos e Inglaterra em 1964. Outros sucessos foram "(You're My) Soul and Inspiration" (primeiro lugar nos Estados Unidos) e a regravação de Unchained Melody. "You've Lost That Lovin' Feelin'", de 1964, é considerada uma das músicas mais regravadas de todos os tempos.

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Sobre Victor Kataóka

Kataóka representa aqueles que prezam por nomes como Saxon, Accept, Manowar, Judas, Virgin Steele, Alice Cooper, Queensryche, Warlock, Savatage, Budgie, Dio e etc. Trajando o manto do Fortaleza EC, conseguiu ver com muito sacrifício quase todas as suas bandas favoritas ao vivo, e acredita que acima do AC/DC, somente os Beatles. Com o H2R, resenha Heavy Tradicional, Hard Rock, e o seu vício: N.W.O.B.H.M, o que não o impede de prezar demais por rock progressivo e psicodélico. Apesar de ser de 88, dentre 500GB de mp3 em um HD de valor inestimável, 95% do conteúdo vem dos anos 60,70 e 80. Não resenha Melodic, industrial, extremo, sinfônico, Power, New, Grunge e vários outros etc...

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