Sexo Frágil?: Mundo afora elas opinam sobre a mulher no Metal
Por Carlos Garcia
Fonte: Site Road to Metal
Postado em 18 de outubro de 2015
Em uma série de entrevistas com mulheres atuantes na cena Metal de diversos países e gerações, o site Road to Metal procurou saber a opinião delas quanto ao papel e representatividade da mulher hoje em um ambiente outrora dominado quase que totalmente pelos homens, e até certo ponto machista.
Doro Pesch, London Wilde, Marcela Bovio, Chiara Tricarico, Nicoletta Rosellini e várias outras deram sua opinião.
Confira abaixo alguns trechos:
"Eu acho que o termo "Female Fronted "pode ser negativo se evoca noções preconcebidas sobre como a música vai soar. Eu acho que é importante para as mulheres no Metal não se preocuparem com os estereótipos, ou em encaixar em determinado papel ou movimento, e se concentrar apenas em realizar sua visão pessoal como artista."
London Wilde (Vocalista/Produtora - WildeStarr - EUA)
"Acho que as mulheres são muito mais aceitas no mundo do Metal hoje em dia. Você vê um monte de mulheres que fazem música pesada, e já não é mais uma surpresa, e isto é ótimo! Mas uma coisa que eu acho que realmente é preciso, é se livrar do rótulo de "Female Fronted Metal", ele não diz nada sobre a música que uma banda realiza!"
Marcela Bovio (Natural do México, Marcela é Vocalista/Violinista e compositora do Stream Of Passion - Holanda)
Hoje as mulheres tentam contribuir com sua parcela a sério neste negócio ... e seu objetivo é combinar sua ternura natural e o poder que eu mencionei acima. Criar beleza e ser firme. E continuar sendo mulheres apesar de tudo. Não é uma tarefa das mais simples, acredite em mim!"
(Daria "Domovik" Piankova, Guitarra - banda Concordea - Rússia).
"Para mim, uma combinação da suavidade feminina e o poder da música Heavy Metal sempre foi (e ainda é) a coisa mais maravilhosa e mágica no estranho mundo de vários instrumentos musicais e vozes. Quando uma mulher começa a cantar em uma música poderosa, e ela traz uma pequena (ou nem tanto) linha melódica você precisa seguir e apreciar de qualquer jeito, principalmente quando a cantora é uma profissional!
Todas essas mulheres me lembram uma donzela guerreira - uma combinação de força, beleza e profunda ternura em suas raízes..."
(Nelly Hanael - Vocalista - Majesty of Revival - Ucrânia)
"Não existe espaço pro machismo, o indivíduo que pensa assim, definitivamente não vive o Metal, é só um curtidor, não entendeu nada! Participamos da cena como headbangers que somos, estamos de olho e unidas para proteger e impedir qualquer tipo de preconceito e injustiça. A mulher da cena hoje é consciente do seu direito e seu espaço, sente-se a vontade para falar, tocar, curtir, ir onde ela quiser, dizer suas opiniões , encarar quem quer que a afronte, de igual pra igual. E o cenário só tem a ganhar com isso!"
Jana Lemos (Sakhet - Brasil)
"Eu acho que todas essas bandas tem que dar um passo atrás e parar de descrever a si mesmos apenas como "Female-Fronted band"; na verdade, eu prefiro ler seu gênero musical, em vez dessa marca."
(Nicoletta Rosellini – Vocalista do Kalídia – Itália)
"A participação feminina hoje é fantástica, e há uma série de grandes músicos do sexo feminino na cena. Em nenhum momento eu cheguei a sofrer discriminação. Todo mundo sempre foi muito bom para mim e me tratou com respeito e me senti muito apoiada por todas as outras bandas e músicos, e eu sempre, sempre senti uma conexão profunda e sólida com os fãs. Acho que sempre senti que eu amava os fãs e a música, mais que qualquer outra coisa neste mundo."
Doro Pesch (Alemanha)
Confira a matéria completa no link abaixo:
http://roadtometal.com.br/2015/07/maidens-of-metal-o-que-elas-pensam.html
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