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Sertão Sangrento: Até a última gota de sangue, suor e pinga!

Por Flávio Duarte
Fonte: One Degrau
Em 11/10/15

O Sertão Sangrento é uma banda de Horror Punk/HC surgida no final de 2004 no macabro estado do Rio Grande do Norte, Nordeste brasileiro. Formada por Popeye (vocal), Ely Sangrento (guitarra), Márcio Death Sangrento (baixo) e Markim Sangrento (bateria), para espalhar a desgraça e o desespero.

A banda tem como temática filmes e contos de terror, casos de Serial killers, assombrações, possessões demoníacas e bacterianas, morte, miséria e destruição, isso tudo sem deixar de lado a diversão e a divulgação da cultura underground.

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O Sertão Sangrento tem como base o Punk Rock crú e sem frescuras, seguindo a tradição de três acordes, com músicas rápidas e diretas que passam de forma objetiva sua mensagem, contudo, traz em sua alma traços de HC e do cenário extremo, tudo sempre regado a muito sangue e tripas.

One: Vocês estão a um bom tempo no cenário Horror Punk, você acredita que houve mudanças de quando começaram até hoje?

Popeye: Mudanças certamente houve, como tudo na vida (e na morte). Antigamente, além de ser complicado gravar, as bandas eram desunidas, não havia espaço pra tocar e as distancias geográficas complicavam demais. Hoje em dia o número de bandas que adentraram o estilo cresceu muito, não tanto quanto eu queria, mas cresceu, e as novas bandas vieram com um gás enorme, fazendo inclusive despertar em nós um sentimento de união, que acredito ser primordial para nós do horror punk. É com união, coisa que começamos a ver hoje, que poderemos crescer cada vez mais, juntos, e fomentar esta cena que ainda é tão nova. Hoje está mais fácil gravar com qualidade, a internet facilitou enormemente a divulgação do nosso material, diminuindo drasticamente as distâncias continentais que vivemos. Os lugares para tocar neste país tem pipocado e se encontram em toda parte, facilitando o deslocamento das bandas, e isso é incrível. Somos a vanguarda do horror punk nacional, e não queremos sair da linha de frente jamais!!

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O: Vocês acreditam que exista algum tipo de descriminalização ou preconceito em relação a outros estilos para o horror punk?

P: Existir, existe, como em todo gênero dentro do rock n roll, e nós não somos privilegiados no quesito ódio, mas se formos ligar pra isso não sairíamos de casa. No caso do horror punk, que simplificando extremamente, é punk rock com letras de terror, acho inclusive que este preconceito é até menor, ao menos aqui no Nordeste. Existem pessoas de todos os estilos que escutam o Sertão Sangrento frequentemente, desde o mais carrancudo Headbanger até o anarco punk, e sabemos disto porque temos este retorno, além do que nos contam companheiros de outras bandas. Acho que em todo o Rock n Roll tem gente que curte umas podreiras cinematográficas, e isso acaba nos unindo. Pessoas de péssimo mau gosto, para uns, é a afinidade que nos une heheheh.

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O: Houve mudanças nos sons em relação a estilo e letras no primeiro disco para este?

P: O Sertão é uma banda que propaga um horror punk visceral, com letras de terror baseadas em literatura, filmes e, principalmente, casos que poderiam ser reais. Em nossas letras o ouvinte pode inclusive notar que inserido naquelas estrofes, estão contidas críticas sociais dos mais diversos tipos, como no caso da música "Vidas Secas" e "O culto do Mal Disfarçado", e disso não abrimos mão. Quanto a isso nada mudou. O que trazemos de mais novo com este lançamento é uma pegada mais profissional, e aí está a grande mudança, que pode ser percebida principalmente no que se refere a gravação, dezenas de vezes superior a última. Toda a arte do cd também pode ser vista como um passo a frente.

O: Como surgiu a ideia para o título vidas secas?

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P: Tem tudo a ver com o Sertão Sangrento e com toda a inspiração que move a banda. É uma música e que decidimos tornar o nome do álbum.
Digo, uma música foda...
Quem ouvir a música umas 666 vezes do começo ao fim vai entender o por quê da escolha.

O: Vocês estão na estrada desde 2004, ocorreram mudanças na formação ou em algo na banda de alguma maneira?

P: A primeira formação contava com o Wart no vocal, mas por motivos internos ele teve que abandonar o seu posto em 2008, e quem assumiu o vocal foi eu, Popeye, desde então. Vale lembrar que ele apenas deixou de cantar, mas até hoje ainda contribui com grandes letras. Esta foi a única mudança. Foi fácil pra mim porque eu já havia tocado com o pessoal em uma antiga banda, então já éramos entrosados. Com o antigo vocalista foram gravados uns 03 materiais, mas somente com músicas captadas ao vivo e lançados apenas via internet. Inclusive ainda se pode encontrar algumas destas demos obscuras por ai, mas é muito difícil, portanto, basicamente, o primeiro Ep de 2010 com gravação de estúdio já foi comigo nos urros e resmungos.

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O: Como foi as gravações do novo álbum, sentiram mudanças em relação ao anterior?

P: O novo álbum foi gravado em duas semanas, em Santa Cruz, cidade que fica a uns 150km de distância daqui de Caicó. Na primeira semana foram gravados os instrumentos e na segunda os vocais, tudo com muita paciência e cachaça também. Depois do trabalho finalizado fomos atrás da arte de capa, que ficou por conta de um grande amigo nosso de Recife, Wendell, que fez uma ilustração fudida!! Agora estamos tendo um pouco de problema com a diagramação do encarte e afins, mas se tudo der certo ainda queremos lançar o Vidas Secas até o fim deste ano, se tudo sair bem. Sobre mudanças acho que, como disse antes, única coisa de diferente será a gravação, que está bem foda. As músicas continuam jorrando sangue, como sempre.

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O: Quais influências no cinema e na música da banda?

P: Eu posso falar por mim, mas sei que o Death, baixista, é amante de filmes de terror, HQs clássicas de terror dos anos 70 e 80, além de novelas Mexicanas. Markin, o maior compositor do Sertão, é uma incógnita. Ely curte extremamente Mangás, animes e toda essa parada de cultura Japonesa. Eu sou aficionado por filmes de terror como um todo, mas principalmente por filmes de lobisomens. Literatura também me fascina extremamente, de terror, ficção e policiais. Sou fã incondicional do Tolkien e tenho admiração pelo George R. R. Martin. Sou leitor assíduo de HQ’s (o que me custa muita grana por mês), mas tudo isso vale a pena demais.

O: O que você acha da atual cena horror punk brasileira?

P: Bem, eu acho que nunca esteve melhor. Acompanho as bandas com afinco desde que elas começaram a surgir no Brasil, e isso vem desde Zumbis do Espaço, pegando depois com o pessoal do Pesadelo Brasileiro, Inquisidores e o Brain Eaters. De lá para cá muita coisa boa surgiu, outras nem tanto, mas hoje em dia a coisa ta ficando séria. Temos excelentes bandas horror punk em praticamente todas as regiões do país, e isso é massa. As bandas estão investindo mais no seu trampo, esquecendo esse lance de visual e se dedicando mais ao som, o que é mais importante para mim. Hoje em dia já temos embriões de festivais voltados completamente ao horror punk na cidade de São Paulo e agora já podemos dizer que, finalmente, temos uma cena horror punk no Brasil.

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O: O que podemos esperar do novo álbum do Sertão Sangrento?

P: Podem esperar porrada e o mais tradicional horror punk nordestino. Este álbum foi produzido com enorme cuidado, desde a gravação de cada música, arte de capa, diagramação do cd propriamente dito, e todo o sangue, tripas e álcool que podem jorrar dos nossos corpos. Soltamos duas músicas inéditas, Vidas Secas e Maldição, esta última acompanhada de um clipe feito a partir de vídeos de gravações do cd, e ele pode ser achado no youtube. Antes de lançar o cd nós já estamos participando várias coletâneas pelo país, entre elas a do Zine Velho Rabugento, do Pernambuco, e a coletânea Contra Cultura 2015, capitaneada pelo pessoal do Horda Punk, do sul do país; ambas com bandas de todo o Brasil e lançadas em formato físico. Outra coletânea bem bacana que sairemos com músicas inéditas é a Isto é Horror Punk Brasil, volume 4, esta com certeza será a mais importante, já que reunirá a nata do estilo do país.

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O: Deixe um recado pra galera e links da banda.

P: Agradecemos ao pessoal e a você, Pinga, grande guerreiro do horror punk nacional, por se lembrar de nós, bastardos do Sertão Sangrento. Continuamos seguindo firmes e fortes, matando, conjurando, ensaiando, tocando, gravando, bebendo, rosnando e resmungando pelos becos, ruas e vielas deste país. Conclamamos os mortos a juntarem-se a nós, formarem a sua própria banda e juntos adentrarmos a larga porta da danação eterna, claro, com muita cachaça no meio. Saudações, mortos vivos!!

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