Alter Bridge
Por Jorge "JF" M. Feldmann
Postado em 06 de abril de 2006
Com o fim do Creed em 2003, Mark Tremonti e Scot Phillips durante jam sessions, resolveram criar um projeto que, segundo eles, pudesse ser mais instrospectivo, com mais sentimento, sem perder o peso e as melodias nas músicas. Para compôr o time foi chamado o baixista Brian Marshall (que já havia tocado no começo do Creed). Porém, faltava uma voz que representasse o poder das letras e das canções. Mark então se lembrou que uma banda chamada Mayfield Four havia tocado com o Creed em 1998, cujo vocalista era Miles Kennedy.
Miles, além de escrever boa parte das letras e de tocar guitarra, possui um registro muito equilibrado entre o grave e o agudo, atingindo notas altas e que, usando de técnicas de vocalização, transmite de maneira singular o sentimento da música.
Feitos alguns testes e ensaios, só faltava um nome. Alter Bridge siginifica "outra ponte", nome de um lugar que Mark era sempre impedido de ir pela sua mãe. Logo, estar com o Alter Bridge era ir além dos limites, tomar um outro rumo. E seguindo esse pensamento, o "ritual de iniciação" de Miles Kennedy foi saltar de Bungee-jump com todos os integrantes da banda.
O "debut" da banda foi com o álbum One Day Remains, em 2004. São em canções como In Loving Memory, Open your Eyes, Broken Wings e The End is Here que se percebe o peso, o trabalho nas músicas, o sentimento nas letras e nos vocais (Mark Tremonti agora canta mais que durante o Creed), além da adição de outra guitarra, que o Alter Bridge segue uma linha setentista, com elementos e arranjos atuais.
Opinião do autor: Alter Bridge não é Creed. Com certeza certos elementos como as melodias e introduções são parecidos, mas a evolução dos caras e a voz de Miles é uma experiência única. Basta ouvir qualquer solo de Tremonti no Creed e um no Alter Bridge e sente-se muito mais virtuosidade e técnica.
Enfim, isso é ALTER BRIDGE...
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