Men At Work

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Por Gabriel F. Chaguri Felício

Hoje os Men at Work estão praticamente esquecidos, mas eles tiveram seus dias de glória como uma das maiores bandas dos anos 80. Com um som empolgante na linha de The Police, mesclando elementos pop, ska e reggae, o quinteto já era muito famoso na Austrália quando a CBS decidiu lançá-lo nos EUA em 81.

O primeiro álbum - Business as Usual - que contava com os hits "Who Can it be Now" e "Down Under", foi um sucesso tão grande que desbancou até mesmo o Thriller de Michael Jackson como o melhor disco de 82. Em 83, eles ganharam o Grammy de "banda revelação", além de realizar uma grandiosa turnê mundial para promover o novo álbum Cargo, outro estouro de vendas.

Porém, tão meteórica quanto a ascensão do grupo, foi a sua decadência. O frontman Colin Hay já não estava mais se entendendo com o baterista Jerry Speiser, e "sugeriu" que ele deixasse o grupo. Em solidariedade a Speiser, o baixista John Rees foi junto. Mesmo desfalcada, a banda ainda produziu um outro disco, Two Hearts. Esse encalhou nas prateleiras, e foi e a gota d'água para a saída de Ron Strykert e Greg Ham. Hay contratou outros músicos e tentou seguir adiante com a banda, mas ele logo viu que o melhor era iniciar carreira solo. Foi o fim do Men at Work.

Ou parecia ser. Em meados dos anos 90, Hay e o instrumentista Greg Ham se reaproximaram e tiveram a idéia de gravar um disco ao vivo no Brasil, onde eles têm um de seus públicos mais fiéis. O resultado foi o ótimo Brazil, que vale como um tributo ao passado dos Men at Work. Mas se eles ainda têm futuro como uma banda, isso só o tempo dirá.


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