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Slaughter

Em 06/04/06

Por Allan Jones

Já faz quase 20 anos que o frontman Mark Slaughter decidiu ser um músico de rock, mais especificamente, de hard rock. Hoje ele tem o privilégio de fazer parte de uma banda que leva seu sobrenome, mas no começo houveram muitas dificuldades.

Mark passou por várias bandas de garagem que não chegaram longe. Uma dificuldade muito grande que Mark tinha era em razão de sua voz ser aguda e estridente aos extremos, o que não agradava muitas pessoas.

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Sua grande oportunidade apareceu quando soube que o guitarrista Vinnie Vincent que havia acabado de deixar o Kiss, fazia testes para selecionar músicos, visando levar em frente seu projeto solo. Mark, como muitos vocalistas foi tentar a sorte, fez o teste e surpreendeu Vinnie pelo seu timbre. O que era um problema para alguns músicos, para Vinnie era uma solução.

Após alguns problemas, alguns desencontros, Mark finalmente se juntou ao Vinnie Vincent Invasion. Lá conheceu o que tornaria seu parceiro e grande amigo no futuro: Dana Strum.

O Invasion começou a entrar em colisão. Vinnie estava exagerando no egocentrismo, e por essa razão Dana e Mark começaram a pensar em uma nova banda. A gravadora estava em cima do muro. De um lado, Vinnie, do outro, Mark e Dana... Optaram por ficar com Mark e Dana, e o Vinnie Vincent Invasion passou a se chamar Slaughter (Vinnie obviamente estava fora).

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Mark Slaughter e Dana Strum começaram a procurar por um guitarrista e um baterista, já que o baterista do Invasion (Bob Rock) não era o tipo de baterista que lhes agradava. Após um tempo, conheceram o baterista Blas Elias que além de se encaixar perfeitamente como músico, tinha um alto astral que combinava com a banda. O Guitarrista Tim Kelly foi encontrado trabalhando em uma lanchonete na beira da estrada e não teve dúvida quando perguntado se queria trocar a chapa de hamburguer pela guitarra como meio de ganhar dinheiro.

Em 1991, Lançaram "Stick it to Ya" que apesar de ter sido lançado em uma época em que o hard rock já estava em baixa, teve uma repercussão excelente. O Slaughter mostrava seu cartão de visitas e conquistava fãs. O disco abre com "Eye to Eye" que mostra uma sonoridade diferente da época do Invasion. Neste disco está a balada "Fly to the Angels" que ganhou as rádios americanas e "Up all night", uma das prediletas dos fãs.

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Após o sucesso deste disco, a banda começou a pensar no seu sucessor ao mesmo tempo que fazia shows com grandes bandas como Kiss, Ozzy Osbourne e Def Leppard.

O segundo álbum chama-se "The Wild Life" e é tão bom ou melhor que o primeiro. A banda mostra maturidade em suas composições. "Times they Change" fala sobre o começo da guerra no Oriente. Todas as canções são o mais puro hard rock, entre outras "Real Love", "The wild life" e "Reach for the Sky"... Não faltam as baladinhas sentimentais como "Days gone by" e "Streets of Broken hearts". Neste disco nota-se que Mark Slaughter está maneirando nos agudos, e a sua voz está mais coesa e menos exagerada que nos anteriores. Durante a turnê de 92 com Ozzy, Mark Slaughter começa a ter dificuldades para cantar e acaba submetido a uma cirurgia em razão de um nódulo nas pregas vocais.

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O alternativo entra em cena e vem detonando com as bandas de hard rock, enquantos uns se rendem, outros tentam se manter fiéis. Uma coletânea é lançada, e a mídia acha um exagero com apenas dois álbuns, fazer uma coletânea. Mas a banda não se abala.

Em 95, O Slaughter lança "Fear no Evil", um bom álbum, mas que não atrai a atenção merecida.

Depois de um tempo sumida, a banda volta com força total, mostrando um novo estilo e uma nem tão nova sonoridade. Em uma fase zen, num clima de tantra e meditação, eles lançam "Evolution", que acaba sendo um fracasso, tanto de crítica quanto de venda. Ainda tentaram empurrar a canção "American Pie" goela abaixo, mas não agradou.

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Tempos depois a banda sofreu uma baixa. O guitarrista Tim Kelly faleceu devido a um acidente em que sua moto entrou embaixo de uma Betoneira. A banda fica chocada com o fato e parou novamente. Neste meio tempo, os integrantes foram fazer outros projetos. Dana atacou de produtor, Blas de ator, e Mark participou de vários tributos, o mais bem sucedido sendo o tributo ao Rush. Lançaram "Eternal Live", um álbum ao vivo gravado em um gigantesco show no México, que foi o último registro de Tim Kelly com a banda.

Fizeram alguns shows com o guitarrista Dave Marshall (Vince Neil), mas o integrante oficial seria anunciado mais tarde: Jeff Blando. Após uma longa turnê eles se reorganizam e voltam ao estúdio e gravam "Back to Reality". Com o apoio da VH1, a banda começa a fazer shows e filmagens... Aproveitando a onda do revival, em 2003 a Capitol reeditou seus dois primeiros e multiplatinados álbuns. A banda aproveitou a onda e entrou em turnê junto do Whitesnake, Warrant e Kip Winger.

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