Esta matéria foi publicada em 27/07/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
O FBI não tem como acabar com isso, na verdade, eles mal conseguem detectá-lo! A real é que a maioria dos fãs de música nem chama isso de pirataria, ainda que o COMPARTILHAMENTO OFFLINE seja ainda bem maior do que o feito online quando o assunto é a aquisição de música.

O slide apresentado aqui foi extraído de uma apresentação da RIAA [órgão que reúne as gravadoras estadunidenses] e que vazou para o site Torrentfreak, e ilustra uma pesquisa que discrimina as categorias. E mostra que a maioria da troca de faixas ocorre OFFLINE, com hard drives sendo trocados e gravação da coleção de outras pessoas em todo tipo de mídia. Tudo isso é tecnicamente crime, mas uma nuance legal para aqueles o praticando [basta perguntar para um amigo que não seja da indústria para confirmar tal tese].
Especificamente, o escambo ilegal é responsável por 65 por cento de toda a aquisição de música, então 46% desses 65 vem de mídias trocadas. O que representa 70.7 da pizza do compartilhamento ilegal.
E o compartilhamento através de P2P representa menos de 25 por cento das aquisições ilegais. E essa é uma quantidade que continua a diminuir, devido em parte ao crescimento constante do serviço Spotify, e muito mais ainda ao domínio do YouTube. De acordo com outra pesquisa apresentada no canal do Google, por volta de 40 por cento de todas as visualizações no YouTube são de vídeos de música, uma migração enorme em detrimento dos downloads.
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Nacho Belgrande, 33 anos, residente em Marilia - SP, é professor de inglês e francês, apesar de formado em Técnico de Engenharia de Estúdio pelo Recording Workshop de Los Angeles, nos EUA. Suas lembranças musicais mais remotas datam de 1983, com a fervilhante passagem do Kiss pelo Brasil e da alta popularidade do Queen no país. Fã(nático) por Mötley Crüe (de quem tem mais de 100 CDs), segue de perto também o trabalho de Slayer, Krisiun, Guns N´ Roses, Van Halen e Ozzy Osbourne, entre outros.
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