70th Blight
Postado em 06 de abril de 2006
O que é a 70th Blight? É uma banda de rock alagoana e independente.
Que tipo de rock? Audacioso e idealista!
Quem toca nessa banda? Isabella Bránkovitch é a vocalista; Dácio Bránkovitch é o baixista (e casado com Isabella); Eduardo Callado é o guitarrista.
Quais são as influências dessa turma? Eles são muito ecléticos, mas podemos citar alguns artistas e grupos que influenciam diretamente o som que eles fazem. Nacionais: Mutantes, Secos & Molhados, Legião Urbana e Zé Ramalho. Estrangeiros: David Bowie, Beatles, Duran Duran, Neil Young, Billy Joel e Lou Reed.
Há quanto tempo eles estão na estrada? E por onde eles já tocaram? A 70th Blight nasceu no dia 07/07/1991. Nesses anos eles já tocaram em diversos estados do país: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe.
Qual é a postura da 70th Blight? A 70th Blight faz rock’n roll! Cantam em português, inglês e francês, e já existem planos para novas composições em espanhol. Usam elementos musicais de diversas culturas. Eles têm os pés fincados nos anos 80 e a cabeça virada para o próximo milênio. Usam todas as formas de expressão que encontram para transmitirem a sua arte.
"First Steps Over Water" (1995) foi composto e produzido pela banda. São 11 faixas no total, sendo 10 em inglês e apenas 1 em português. Traz a música "Nobody Knows Smith", que foi exaustivamente tocada em diversas rádios locais. Como marco histórico, podemos dizer que foi o 1º CD produzido e lançado por uma banda de rock em Alagoas. Atravessou fronteiras chegando até Londres, onde o crítico e produtor musical Celso Barbieri escreveu: "Foi uma grande surpresa saber que aí, no Nordeste do Brasil, tem rock de boa qualidade rolando. O CD "Fist Steps Over Water" está bom, bem gravado e eu gosto do vocal da Isabella (digam o que quiserem, mas para mim é bem B52's)". No Brasil surpreendeu o jornalista e produtor Carlos Eduardo Miranda (Trama), que veio para a festa de lançamento e escreveu: "A 70th Blight é brasileira, assim como o Sepultura. Por que isso importa? Porque o rock é linguagem universal. Cantado em inglês, com boa dose de originalidade e profissionalismo pode arrombar fronteiras. E essas são as virtudes da alagoana 70th Blight. Esse CD que tenho em mãos, se permitem uma opinião, é muito bom."
O CD "A Oração de Judith" foi lançado no 1º semestre de 99. Na produção, a 70th Blight contou com a experiência de dois grandes nomes da música nordestina. Primeiro o maestro Almir Medeiros (Leila Pinheiro), que foi o responsável pela produção musical. Depois o Tovinho (Alceu Valença), que deu o toque final na mixagem e masterização. O CD traz canções compostas exclusivamente para ele, sendo todas em português com exceção de "Minha Carta Em Francês", em francês.
Para começar a divulgar o CD "A Oração de Judith", a 70th Blight lançou um single (disponível em k-7 e CD) intitulado: "Um Americano Perseguido Pela Máfia Enfrentando Sozinho Um Verdadeiro Exército?". Ele foi lançado primeiramente nos estados mais importantes do nordeste, obtendo boa aceitação do público e da mídia. Em janeiro de 99 foi lançado nos estados do centro e sul do país. Traz 4 músicas inéditas, que refletem uma nova face da 70th Blight. São elas: "Um Americano..." (Música que dá título ao single), "Minha Carta Em Francês", "Às Vezes Estamos Felizes" e "Patchwork".
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