NX Zero lota três noites em Curitiba e mantém título de último fenômeno do rock nacional
Resenha - NX Zero (Curitiba, 01/07/2023)
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de julho de 2023
O primeiro álbum do NX Zero – "Diálogo?" – foi lançado em 2004, sendo o mais recente da geração que viu nascer as últimas grandes bandas de rock do Brasil. A título de curiosidade, "Admirável Chip Novo", da Pitty, é de 2003; "A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum", do CPM 22, é de 2000; e "Detonautas Roque Clube", dos Detonautas, é de 2002.
De lá para cá, o grupo do vocalista Di Ferrero lançou inúmeros sucessos, marcou o movimento emo e acabou as atividades. Voltando agora para uma turnê de reencontro, o grupo bateu ponto três noites consecutivas de sold out em Curitiba e levou 15 mil pessoas. Qual outra banda de rock após o NX conseguiria tal feito? Vale lembrar que eles estão com dois shows agendados no Allianz, em São Paulo, para 45 mil pessoas cada!

Já de cara alguns hits para aquecer o público surgiram, como "Só Rezo" e a intensa "Daqui pra Frente". Cantando alto, os fãs estavam visivelmente contentes pela volta do NX. "Pela Última Vez" também foi outra que pegou pela nostalgia na primeira parte do show.

Mais para o meio, surgiu um dos grandes e mais emocionantes momentos, com o hino "Cedo ou Tarde". Entre os integrantes, os que levaram o prêmio mais animados foram o guitarrista Gee Rocha e o vocalista Di Ferrero. A entrega dos dois valeu por toda a performance da banda.

No final, o hino "Razões e Emoções" encerrou com aquele gostinho de história sendo feita. Agora, fica a pergunta: qual outra banda vai destronar o último fenômeno de massa do rock brasileiro?





















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