Judas Priest: os créditos são de Roy Z

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Metal Edge Magazine
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Matéria de 18/03/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Em recente entrevista à revista Metal Edge, o guitarrista Glen Tipton, do JUDAS PRIEST, falou a respeito da produção do novo álbum da banda, “Angel of Retribution”, e sobre o envolvimento do produtor Roy Z (Bruce Dickinson, Helloween, Halford, Tribe of Gypsies) na sonoridade de todo o trabalho.

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Confira os principais trechos do bate-papo logo abaixo:

Metal Edge — Além de produtor, Roy Z é um músico, isso lhes ajudou?
Glen Tipton — Sim, ajudou, mas as qualidades de Roy surgem mais pelo fato de que ele tem um ótimo ouvido. Ele merece muitos créditos pela sonoridade deste álbum. Se você trabalha com um produtor que não está por dentro da história da banda, haverá uma péssima vibração no trabalho. Mas Roy sempre foi um grande fã, e isso ajuda porque ele conhece a força da banda. Ele pôde nos dar sugestões que foram válidas, e nós o ouvimos. Escrevemos ‘Deal With The Devil’ com ele, e a música foi composta basicamente com suas idéias.

Metal Edge — No período em que Rob não esteve na banda, o processo de composição era concentrado em você e K.K. Downing. Qual foi o sentimento de trabalhar com uma terceira pessoa novamente?
Glen Tipton — Foi demais ver o time todo reunido mais uma vez. Quer dizer, nós somos um tanto afortunados pela química entre nós ainda funcionar. O tempo em que ficamos separados nos fez perceber que o Priest é algo especial, tanto em termos de composição como banda com Scott [Travis, bateria] e Ian [Hill, baixo] e devemos valorizar isso.

Metal Edge — Foi você ter tocado neste assunto, pois a bateria e o baixo estão mais à frente do som desta vez do no passado.
Glen Tipton — Sim, a banda toda, há energia, há entusiasmo. É refrescante, mas também há Priest clássico, e isso não é fácil de se fazer. Como eu disse, nós não tentamos muito, porque se não iríamos pirar. Deixamos apenas o processo natural emergir, e a musicalidade natural com que a banda contribuiu neste álbum. Você pode tentar bastante se envolver, e esta provavelmente é nossa culpa do que aconteceu nos álbuns anteriores. Desta vez em particular, nos esforçamos apenas para sermos naturais.

Metal Edge — Partindo dessas considerações, você lê as mensagens postadas nos ‘messages boards’ que os fãs deixam?
Glen Tipton — Sim, mas todos têm um conceito diferente do que é o Priest. Essa é a belesa da coisa — o Priest pode ser o que você quiser nos mais diversos álbuns! Muita nostalgia e parte dos jovens, e eles têm pequenas lembranças do que certas canções significam para eles.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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