Royal Hunt explica faixa por faixa de novo álbum

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Bravewords.com
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Matéria de 10/06/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O tecladista e líder do ROYAL HUNT, Andre Andersen, explicou faixa-a-faixa o novo álbum da banda, “Paper Blood”, lançado na segunda-feira, 6 de junho. Confira:

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Break Your Chains — “essa fala sobre liberdade, para viver ou pretender viver, ter coragem de fazer as coisas ao invés de ficar apenas sonhando com elas, dar o primeiro passo que pode mudar sua vida e deixar todos os medos para trás.“

Not My Kind — “esta dedicada a uma pessoa que eu não pude continuar. Nós conhecemos esse tipo: pretendem ser um amigo, divertem-se ao seu lado o tempo todo e ganham sua confiança até aquele fatídico dia, e você acaba se encontrado atônito e de sangue frio. Eu sei bem disso, pois estou no mundo da música. Essa é ‘dark’, com um riff pesado e uma harmonia alta.”

Never Give Up — “essa foi a primeira que escrevi para este álbum. Fala sobre uma situação duvidosa que eu e John estivemos envolvidos. Metade da banda havia partido, a turnê havia sido cancelada e nós não tínhamos certeza se voltaríamos a sair. Mas então surgiu aquele ‘segundo respiro’, chutamos tudo e pensamos: ‘dane-se, isso não vai nos deixar pra baixo’. E aqui estamos, um ano depois. Essa é uma música típica do Royal Hunt. E o John está cantando demais nesta, em tons altos e baixos... está tudo lá.

Seven Days — “essa tem um comentário religioso sarcástico e a exploração por meio dela. Deus criou o mundo em sete dias, prometeu aqueles sete sinais antes de voltar etc. E então me aparece um pastor na tevê lhe oferecendo o paraíso caso lhe dê um dólar, outro vem com a promessa de lhe dar o paraíso no Céu vivendo o inferno na Terra.”

SK983 — “bem, eu estava a caminho de uma clínica para teclados no Japão e eu queria tocar algo novo, diferente do que eu costumo tocar nesses eventos. Basicamente eu escrevi a coisa toda em pequeno papel em 11 horas de vôo. Um agradecimento especial à minha agente Patrícia por me trazer todas aquelas Jack Denials e... bem, pela inspiração.”

Kiss Of Faith — “um garoto sem sorte, que cresceu em uma família desorganizada, do lado errado da cidade, sem futuro, mas com esperança. Alguns desses garotos pode ter sorte, ficar longe disso tudo e ter uma vida melhor, mas eles precisam de muita força, muita fé.”

Season´s Change’ — “essa é sobre uma relação que depois de muito tempo acaba. Você fica andando, tentando imaginar o que aconteceu de errado. E não há como desfazer tudo isso. O John está simplesmente inacreditável nesta balada.”

Twice Around The World — “essa tem muita variedade: ritmo, teclado, som... é quase como viajar ao redor do mundo. Todos os lugares têm aquela vibração. Mas depois que gravei esta música (que é bem longa) eu senti que a havia gravado duas vezes. Daqui sai o meu solo favorito do Marcus”.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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