McCartney diz que novo CD é o mais publicamente pessoal

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Fonte: Terra Música
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Matéria de 14/10/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Com um pouco de ajuda dos amigos, Paul McCartney lançou aquele que descreve como seu álbum mais "publicamente pessoal" e iniciou uma turnê pelos EUA que vai mantê-lo sob os holofotes até o final de novembro.

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Durante toda a vida, o ex-Beatle concedeu centenas de entrevistas, porém, conseguiu limitar-se a soltar frases previamente preparadas, e, ao mesmo tempo, conservar uma fachada amistosa, mostrando um sorriso aberto e fazendo sinal de positivo.

Mas em Chaos and Creation in the Backyard (Capitol), seu 20º álbum de estúdio desde 1970, ano em que os Beatles se dissolveram, McCartney trata de temas como seu processo de recuperação após a morte da primeira esposa, Linda, e o encontro de um novo amor, sua segunda mulher, Heather Mills McCartney.

Em entrevista, McCartney disse que foram precisos alguns anos após a morte de Linda ¿ de câncer, em 1998 ¿ para ele conseguir expressar essas emoções publicamente.

"Não era difícil expressá-las em minha vida privada. Sentir essas emoções é fácil. Mas você tem que pensar em como colocar tudo isso no papel. Essas coisas levam algum tempo para se transformar em canções ¿ o tempo necessário para a poeira abaixar. É como se faz arte."

Em Chaos, McCartney canta sobre sua dor pessoal e sua recuperação (Too Much Rain), o apoio dos amigos (How Kind of You), sua relação com Heather, que é ativista contra as minas terrestres (A Certain Softness) e sobre amizades anteriores (Riding to Vanity Fair). Alguns fãs já especularam que esta última pode representar um golpe antecipado contra seu ex-assessor Geoff Baker, que estaria escrevendo um livro com revelações sobre McCartney. Baker, porém, nega que esteja escrevendo tal livro.

Trabalhando em colaboração com o produtor Nigel Godrich, conhecido por seu trabalho com a banda de rock inglesa Radiohead, McCartney gravou cerca de 30 canções. Entre as que não entraram para o álbum estão Modern Dance, que o ex-Beatle descreve como "uma melodia boa para dançar, uma coisa realmente cool", e I Want You to Fly, que tem um som mais como o R&B da Motown.

As produções mais simples trazem McCartney com seu violão acústico. É o caso de Jenny Wren, que muitas pessoas estão comparando a Blackbird, do chamado álbum branco dos Beatles (1968). McCartney atribui seu estilo acústico à tentativa malsucedida de imitar um ou dois de seus instrumentistas favoritos.

"Muitas vezes, mesmo ao cantar, estávamos apenas tentando imitar nossos ídolos, por exemplo eu tentando fazer um som como o de Little Richard ou John tentando ser Dylan, como em You''ve Got to Hide Your Love Away. E aquilo acaba virando nosso estilo."

"Então meu jeito de tocar acústico sai do lado esquerdo, por assim dizer. Provavelmente estou tentando imitar Chet Atkins e não estou conseguindo."

Na turnê, que começou em 16 de setembro, na Flórida, McCartney apresenta um repertório que cobre sua carreira inteira, incluindo clássicos dos Beatles, como Magical Mystery Tour, Eleanor Rigby e Let It Be, e outros da época da Wings, como Live and Let Die e Jet.

Reuters

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