Killswitch Engage: "O Metalcore está sumindo"

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Blabbermouth
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O site IdahoStatesman.com recentemente fez uma entrevista com o frontman do KILLSWITCH ENGAGE, o vocalista Howard Jones. Alguns trechos desse papo:

Sobre o fato de ser o palhaço sorridente em um gênero musical cheio de jovens que urram e querem ficar parecidos com adoradores de Satã que agridem bebês: "Normalmente eu, por exemplo, tenho dificuldades em cantar porque fico gargalhando demais, perseguindo (o guitarrista Adam Dutkiewicz) pelo palco ou fazendo alguma coisa estranha. Nós realmente tentamos nos divertir. E acho que as pessoas notam isso. E, se não notam, elas simplesmente nos odeiam, porque estamos simplesmente sendo estúpidos demais".

Comparando o novo CD da banda, "As Daylight Dies", com ... o café da manhã: "Nós não tentamos reinventar a torrada", ele diz. "Toda torrada é igual. Nós tentamos, talvez, colocar um pouco de canela e açúcar em cima. Mas, fora isso, ainda é uma torrada".

Sobre o fato de que a sua voz é a base do KILLSWITCH: "Eu cantava em coros quando eu era um garoto na escola, provavelmente desde a 4ª série. Isso é uma coisa que eu sempre fiz, de um jeito ou de outro. Na verdade, eu não penso muito sobre isso. Eu apenas faço".

Sobre a sua opinião de que o Metalcore, que teve bastante sucesso nos últimos anos, está desaparecendo: "O sonho acabou, cara! .... O Metalcore ainda vai existir, porque a garotada adora música pesada; eles adoram ser agressivos. Mas não vai receber tanta atenção da mídia ‘mainstream’ como antes. Portanto, grave minhas palavras. Isso já está acontecendo".

Sobre as dificuldades da banda em turnês: "Você tenta fazer o melhor possível no palco. Isso explica um pouco porque agimos como patetas no palco. Nós realmente tentamos nos divertir. Porque, na maior parte do tempo, estrada é muito difícil e nem um pouco divertida".

Leia o artigo completo neste link.

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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