Guitarrista do COF produzindo imagens mórbidas
Por César Enéas Guerreiro
Fonte: Rock N World
Postado em 26 de março de 2007
Paul Allender, guitarrista do CRADLE OF FILTH, está provando que é tão talentoso no computador quanto é nas seis cordas. A vida toda ele mostrou interesse pela arte e há vários anos começou a produzir imagens geradas por computador, tanto para sua banda quanto para satisfazer seu gosto pessoal.
Recentemente, ele se juntou à fotógrafa Cindy Frey numa parceria comercial chamada Vomitorium. Morley Seaver, do site Rocknworld, entrevistou Paul para saber os detalhes. Alguns trechos da entrevista:
Rocknworld: Você poderia explicar o processo de criação das suas imagens? Como é a relação entre vocês dois em termos do produto acabado? Ela tira a foto e depois você trabalha no computador sozinho ou há colaboração entre vocês?
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Paul: "O que normalmente acontece é que quando temos um projeto, nos reunimos e a Cindy tira fotos de vários objetos (com ou sem vida). Eu faço a direção de arte das fotos e então nós dois vamos tendo algumas idéias bem estranhas e maravilhosas conforme as fotos vão sendo tiradas. Depois eu levo as imagens para o meu estúdio e começo a trabalhar na parte artística. Normalmente sou eu quem decide como será a imagem final mas, como em qualquer boa relação de trabalho, somos abertos a sugestões".
Rocknworld: Há quanto tempo você lida com arte no computador e arte em geral? Você estudou arte na escola?
Paul: "Eu lido com arte desde que me lembro por gente. Na verdade, eu nunca fui muito bom em colocar no papel as imagens que via na minha cabeça mas, desde que comecei a usar computadores e o Photoshop, eu percebi que podia criar essas imagens. Eu cheguei a estudar arte na escola mas isso não me serviu pra muita coisa. Todos sempre foram melhores do que eu. Eu sempre gostei do tipo mais sombrio de arte, mas todos os projetos na escola eram aquelas merdas de natureza morta! [Risos] Todos na escola achavam que eu era muito estranho e eu não tinha interesse nesses projetos de arte cheios de frescura. Eu me lembro uma vez de ter desenhado um cemitério e as merdas que ouvi por isso foram incríveis. Eles sugeriram que eu fizesse terapia e coisas desse tipo. Mas tudo o que conseguiram foi me fazer rir e me apaixonar pela produção de imagens realmente mórbidas".

Leia a entrevista completa no site www.rocknworld.com.
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