"Nada atual me arrepia", diz guitarrista do COF
Por Leticia Regina da Rocha
Fonte: Blabbermouth
Postado em 21 de março de 2007
Sascha Campbell, do jornal canadense Imprint, entrevistou o guitarrista Paul Allender, do CRADLE OF FILTH. Seguem alguns trechos:
Sobre turnês: "[Estar na estrada] é ótimo. Eu adoro. Já fiz tantas turnês que se tornou natural para mim. É um mundo completamente diferente – tenho amigos que vêm nos ajudar e no final eles dizem 'nunca mais quero fazer isso!' Você tem que ter um certo espírito para agüentar. È um ambiente muito louco. Louquíssimo".
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A experiência mais estranha que já aconteceu em turnê: "Fizemos uma sessão de autógrafos no Ozzfest e alguém colocou um bebê vestido de camiseta branca na mesa. O bebê ia de um lado para outro, todos assinando a camiseta dele. Também aconteceu de um cara tirar sua perna falsa para assinarmos".
Seu amor por artes marciais: "Quando comecei nas artes marciais havia algo que não existe mais. Virou um comércio. Há um lado tradicional que tenho que mostrar e tal, mas quando tem um punhado de gente na sala de aula eu ensino algo mais próximo de uma luta de rua, deixando de lado coisas que as pessoas não vêem mais. Muitos ficam chateados, mas eu lhes digo 'se você quer aprender do jeito certo, essa é a forma correta'. Tenho uns garotos muito bons que estou ensinando agora, alguns são excepcionais".
Sobre a maquiagem do COF: "Fazemos nossa própria maquiagem. Para os shows ao vivo nós mesmo que nos maquiamos, para vídeos e sessões de fotos, há um maquiador que cuida disto. Sentamos lá com ele, rascunhamos algo e assim nos entendemos. Procuramos em revistas, aquelas de arte com desenhos fantásticos, coisas assim, e quando terminamos normalmente fica fodástico".
Sobre a atual cena metal: "Pessoalmente sou fã do material antigo. Priest, Maiden, Thrash das antigas e tal. Para ser honesto, não gosto de nada na nova cena metal. Não há mais mágica para mim; eu procuro aquela canção que me faça arrepiar, e não acho isso na música de agora".
"Maiden e Priest são provavelmente as maiores influências no meu jeito de tocar guitarra. As bandas Thrash que eu ouvi quando criança... Ainda as ouço hoje. Nunca tive na verdade um guitar hero – comecei a tocar guitarra com 14 anos e nunca realmente conseguia tocar de ouvido com os discos, então, quando comecei a tocar, me acostumei a fazer minha própria música, porque não conseguia tocar nada mais (risos). Eu escrevia no estilo das bandas que gostava, e basicamente é o que faço até hoje, foi assim que aprendi a tocar e compor minha própria música."
Sobre sua contribuição na música do COF: "Não mexo com letras, apenas músicas. Só Dani (Filth, vocalista} escreve as letras, porque o resto não tem saco para escrever! As letras e a música combinam, porque toda a parte instrumental é composta antes. Quando terminamos uma faixa, entregamos ao Dani e ele cuida dos vocais. Alguma canções ele traz para a gente e diz 'vocês podem mudar esse riff, deixar um pouquinho mais longo ou curto?', ou às vezes pede que mudemos algo aqui e ali para encaixar as letras, de forma a acompanhar os vocais."
Sobre o futuro da banda: "Temos algumas idéias para coisas novas. Após esta turnê, iremos para a Inglaterra novamente, então Japão, Malásia, África do sul e Austrália, e então faremos shows de novo nos EUA mais duas vezes. Estaremos em turnê durante esse ano todo! É provável que no fim do ano que vem a gente suma e comece a pensar num álbum novo".
Leia o artigo completo (em inglês) neste link.
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