Tom Gabriel Fischer: "Celtic Frost, nunca mais!"

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O ex-frontman do CELTIC FROST e atual frontman do TRIPTYKON , Tom Gabriel Fischer, divulgou a seguinte mensagem:

"Como já havia escrito e dito ao Martin [Eric Ain, baixista do CELTIC FROST] mais de uma vez desde que ele me enviou pela primeira vez seu esboço de uma ‘Declaração a respeito do Celtic Frost' em 16 de junho, 2008, eu discordo totalmente de certos aspectos de tal declaração".

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"Penso que é errado iludir os mesmos fãs que tornaram tudo possível para nós desde o começo com esperanças de que haverá mais uma reconciliação do CELTIC FROST ‘no futuro’. Tais esperanças são pura ficção. Não haverá outras reuniões do CELTIC FROST, pelo menos não comigo. Principalmente depois dos acontecimentos dos últimos meses. O estrago foi muito grande desta vez".

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"Na minha opinião, uma reunião do CELTIC FROST teria sido relevante apenas com Reed St. Mark [bateria]. Mas agora finalmente tenho uma chance de trabalhar com ele mais uma vez no TRIPTYKON".

"Quantas vezes precisaremos reunir e dissolver o CELTIC FROST? Isso acabaria se tornando uma farsa. Nós tentamos em 2001, foi realmente extraordinário por algum tempo, mas depois acabou em destruição, como já havia ocorrido uma vez. Esta segunda reunião do CELTIC FROST pelo menos produziu um legado musical decente. Seria melhor se deixássemos as coisas como estão e sermos humildemente gratos por tudo".

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"O ressuscitado CELTIC FROST teve uma chance que nunca teve antes. Além disso, o CELTIC FROST estava no ápice em termos de colaboração artística, especialmente entre Martin e eu, pois nunca tínhamos levado tão longe a música, as letras, os conceitos e o visual. Mas acabamos com tudo. Nos bastidores, o CELTIC FROST estava reduzido a pó, sob muitos aspectos. No final havia uma incapacidade de prosseguir com humildade, decência e respeito na banda, além de uma freqüente incompetência para sermos visionários, autocríticos e capazes de agir como uma banda, apesar das constantes e excessivamente orgulhosas alegações do contrário. O mais correto a ser feito agora seria uma separação séria e uma análise de nossas personalidades e de nossa conduta. Mas, infelizmente, tenho dúvidas de que isso vá ocorrer".

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"A hora do CELTIC FROST chegou e acabou. Para mim, o CELTIC FROST agora é como o HELLHAMMER: um fenômeno que deve descansar em paz e ser lembrado com honra; é nossa história pessoal que não pode ser repetida, mas da qual tenho muito orgulho. Ao invés de desgastar ainda mais esse legado, devemos preservá-lo".

"Qualquer outra coisa seria uma ridícula falsidade".

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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