King Kobra: vocalista fala sobre reunião, álbum e shows
Por João Renato Alves
Fonte: Blog Van do Halen
Postado em 22 de maio de 2011
Paul Shortino conversou com o site Sleaze Roxx. O vocalista falou sobre sua atuação no King Kobra e a possibilidade da banda se apresentar ao vivo.
Você chegou a hesitar em se envolver com uma banda que já possuía sua própria história?
No caso do King Kobra, realmente queria fazer um álbum com Carmine Appice, que é um de meus bateristas favoritos. Lembro de vê-lo no Ed Sullivan Show quando era um garoto. Já havíamos trabalhado juntos no álbum Dragon Attack, um tributo ao Queen. Ficamos muito amigos, temos uma idade próxima e descendência italiana, nos tornamos parceiros de composição rapidamente.
Gostaríamos de excursionar, mas temos que tomar cuidado por causa da situação econômica. Talvez conseguíssemos aparecer em alguns festivais. O King Kobra não chegou ao nível do Ratt ou bandas desse tipo. Acho que deveriam, pois fizeram muita coisa boa. Mark Free era um ótimo cantor, mas creio que também formamos um ótimo time. A prova maior está no disco, um dos melhores que já fiz. Amo as músicas, como ficou a minha voz, o carisma e a mágica que criamos.
Realmente o álbum ficou muito bom. A seqüência das faixas faz a coisa fluir brilhantemente.
A Frontiers Records queria música dos anos 1980 e demos a eles. Não há nada errado com isso, foi um período de muita boa música. Algumas idéias vinham do passado do King Kobra, mas ouvindo sem saber não dá para ter idéia do que era de antes e agora.
Seria demais ver a banda tocando ao vivo.
Claro. David Henzerling (guitarrista) disse: "É uma pena que essa seja a banda de Carmine. Senão poderíamos pegar outro baterista e sair em turnê" (risos). A verdade é que Carmine está em um ponto da carreira onde não quer mais tocar em clubes. Respeito, mas eu faria sem problemas, assim como os outros caras. Carmine gosta de fazer clínicas e tocar com outros artistas.
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