Def Leppard: Joe Elliot fala sobre o álbum ao vivo

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Por Nathália Plá, Fonte: noisecreep.com, Tradução
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Da decadência e tragédia até shows em estádios lotados e super estrelato internacional, o Def Leppard conquistou quase todos marcos do hard rock no curso de sua carreira de 30 anos. Surpreendentemente, umas das referências que eles nunca alcançaram durante sua fenomenal corrida por álbuns de diamante e singles de sucesso foi um simples álbum ao vivo. Finalmente a espera acabou: o primeiríssimo álbum ao vivo oficial do Def Leppard chamado 'Mirrorball' saíra em 7 de junho.

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Por que nenhum álbum ao vivo em tanto tempo? "Nós sempre quisemos apenas continuar fazendo músicas novas quando uma turnê terminava", disse o frontman Joe Elliott ao Noisecreep. "Porque nós só paramos por um ano, é a primeira verdadeira folga que tivemos em 30 anos. Isso nos deu a oportunidade de realmente levar em consideração fazer um álbum ao vivo porque nós gravamos talvez uns 40, 50 shows durante a turnê em 2008-2009."

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No álbum ao vivo, a banda encontrou uma forma de incorporar sua necessidade de continuar seguindo em frente ao incluir três músicas novas: 'Undefeated,' 'Kings Of The World,' e 'It's All About Believin'.' Elliott disse que músicas novas ajudarão na futura turnê com o Heart. "Com três músicas novas, temos a chance de tocar músicas novas também", disse ele. "(A 'Undefeated') é um grande hino para arenas de rock, então traz positividade, grande bateria, grandes guitarras, acordes simples, e uma letra que anima. A 'Undefeated' definitivamente está no rol de músicas para se tocar ao vivo."

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Compor novas músicas foi fácil para a banda. "Tínhamos aquela energia, não podemos parar de compor". Disse Elliot. Finalmente fazer um álbum ao vivo, um que possa estar à altura de cada grandiosa conquista do Def Leppard foi mais difícil. Elliot tinha um álbum específico em mente a seguir para alcançar essa meta. "O que dissemos antes mesmo de nos prepararmos foi 'Temos de fazer o nosso 'Live And Dangerous' (álbum ao vivo do Thin Lizzy).' Ele foi uma moldura, uma planta. Ele foi pra mim, quando estava crescendo, meu álbum ao vivo favorito", disse ele. "O 'Live And Dangerous' foi uma melhora nas versões de estúdio das músicas deles."

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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