Mangini: "Toda noite agradeço por estar no Dream Theater"

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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John Dunphy do Morristown Patch entrevistou recentemente o novo baterista do DREAM THEATER Mike Mangini. Seguem alguns trechos da conversa.

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Sobre se dedicar integralmente a uma única coisa – a banda – após se casar em 2005 e passar vários anos como professor de percussão na Berklee College of Music:

"Eu queria formar uma família. Eu não conseguia por vários motivos realizar isso. Assim que eu voltei para casa eu podia estar na região por muito tempo, eu podia fazer networking. Conhecer alguém, me casar, ter filhos."

Sobre a entrada para o DREAM THEATER em 2010:

"Eu estava querendo entrar numa banda. Eu tive de esperar pelo momento certo e pela oportunidade certa e simplesmente deu certo."

Sobre o processo de composição para o novo álbum do DREAM THEATER, "A Dramatic Turn Of Events":

"Isso é importante: eles compuseram sem baterista. Sempre foi o John Petrucci «guitarrista e fundador» que vem com os riffs. Ele ainda estava lá. Foi o John de novo chegando com um monte de riffs, como sempre. Exceto que dessa vez sem nenhum baterista para virar para outras direções."

"Quando eu componho com um teclado, baixo ou guitarra – que eu não toco muito bem mas eu consigo compor – quando eu componho é bom ter apenas a estrutura dos acordes e um senso de como é sem a bateria. Isso muda as coisas. Aqueles caras compuseram sem baterista. E todas as idéias fluíram com muita facilidade. Eu mal pude acreditar."

Sobre como ele está lidando com os outros membros do DREAM THEATER:

"Nós somos muito parecidos. Falamos de música, shows, ensaios, partilhamos coisas com uma base em comum. Isso é especial. Eu me sinto como se estivesse com pessoas que conheço há muito tempo. Eu não tenho de me esforçar para ser outra pessoa."

"Vou para cama toda noite e digo 'obrigado'. Eu sou realmente grato por essa oportunidade e tudo o que a fez acontecer."

Leia a entrevista na íntegra no Morristown Patch.

http://morristown.patch.com/articles/new-dream-theater-drumm...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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