Seventh Seal: New Horizons Zine entrevista a banda
Por João Messias Jr.
Fonte: NEW HORIZONS ZINE
Postado em 15 de novembro de 2013
Mudanças de formação é algo cedo ou tarde (infelizmente) toda banda tem de passar. Algumas não aguentam o baque e encerra as atividades, já outras se fortalecem. Como o quinteto do ABC paulista Seventh Seal. O guitarrista e fundador Tiago Claro recrutou um time de primeira com o guitarrista Thiago Oliveira, o baixista Victor Próspero, o retorno do baterista Roberto Moratti e o vocalista Leandro Caçoilo. Juntos lançaram o álbum Mechanical Souls, que chama a atenção pela sua variedade e pela produção, que deixou tudo uniforme.
Nessa entrevista, a dupla de guitarristas fala além dos assuntos acima, sobre a cena do metal nacional no país, fora dele e muito mais.
Confiram!
NEW HORIZONS ZINE: Após o segundo trabalho, Days of Insanity, aos poucos a banda foi sofrendo mudanças de formação, restando apenas o guitarrista Tiago Claro. Como foi juntar as peças e reformular o grupo?
Tiago Claro: Foi um pouco difícil e dolorido, afinal sempre fomos bem unidos, eu formei a banda com o Ricardo e o Guilherme Busato e o Ricardo Peres entrou menos de um ano depois então ficamos tocando junto por mais de 10 anos, com o R.Peres 15 anos. Os dois irmãos foram morar na Europa e saíram antes do Days of Insanity ser lançado.
Na sequencia tivemos alguns músicos que são grandes amigos nossos, mas com certeza a entrada do Thiago Oliveira foi o ponto chave pra fazermos esse álbum. Logo depois, o Ricardo deixou a banda e chamamos o Leandro que já era um velho conhecido nosso. E também após a gravação o Roberto Moratti que gravou o Days of Insanity voltou pra banda. Ou seja é uma história um pouco confusa mesmo (risos).
Thiago Oliveira: O meu material acabou chegando nas mãos da banda através da Simone do Midnightmare, uma grande amiga. Eu já tinha visto a banda ao vivo antes e eu me impressionei muito com o vocal do Ricardo, era uma puta banda de se assistir o show. E como eu estava aqui estudando, sem nenhuma oportunidade profissional séria, eu abracei o convite com unhas e dentes.
NHZ: Hoje podemos dizer que o Seventh Seal possui uma das melhores formações de sua história, com Tiago Claro e Thiago Oliveira (guitarras), Victor Próspero (baixo), Roberto Moratti (bateria) e Leandro Caçoilo (voz). O que pesou na escolha de cada um dos novos integrantes?
Tiago Claro: Olha, quando estávamos procurando um guitarrista, recebi diversas demos e tinham muitos caras que tocam demais, só que o Thiago eu pirei não só por ele tocando mas também pelas composições, achei muito diferentes do que rola por ai. O Victor já é um grande amigo há anos e toca muito bem, o Roberto foi da banda de 2001 a 2007 mais ou menos e o Leandro foi que nós precisávamos de um grande vocalista, então ele ouviu as pré-produções deste álbum, curtiu, fizemos um show e logo em seguida ele entrou na banda.
Thiago Oliveira: A minha namorada fazia aula de canto com o Leandro e algumas vezes eu ia lá ficar de bobeira. Quando ele ficou sabendo que o Ricardo saiu eu percebi que ele ficava "curioso demais" (risos). E como o Tiago falou, eu mostrei pra ele o instrumental do disco e ele se interessou. Quando a gente fez o show com ele como contratado, a energia fluiu muito bem. Muitas bandas o convidaram pra entrar, várias de renome inclusive, ele chegou até a fazer alguns trabalhos como convidado, mas a qualidade do novo trabalho foi o fator decisivo pra que ele entrasse na banda como membro efetivo.
NHZ: Com essa formação vocês lançaram recentemente o álbum Mechanical Souls, que teve como primeiro single a faixa Beyond the Sun. O que os motivaram na escolha dessa canção?
Tiago Claro: Simplesmente pelo fato de ser uma música pesada, trabalhada mas ao mesmo tempo com um refrão direto. Acho que ela representa bem o que é o álbum.
Thiago Oliveira: É uma composição em que a letra situa bem o ouvinte com relação à mensagem do disco. Isso sem contar que mostra onde o som está agora, com mais peso, afinação mais baixa e algumas passagens mais complexas.
A entrevista completa você confere no link abaixo:
http://www.newhorizonszine.blogspot.com.br/2013/11/seventh-seal-foi-um-pouco-dificil.html
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do Genesis que Phil Collins não quis mais cantar por não entender a letra
"Crucificados Pelo Sistema", disco icônico do punk nacional, é relançado com bônus
Prestes a completar 80 anos, baterista Chris Slade (AC/DC, The Firm) anuncia aposentadoria
A saga de Christopher Lee no Heavy Metal
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
Mick Jagger elege seus álbuns e músicas favoritos dos Rolling Stones
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant acha difícil cantar até hoje
Os melhores discos de rock e metal lançados em 1982, segundo a Louder
Gene Simmons explica que o Kiss não tem mais autonomia para fazer o que quiser
Os dois Titãs que realmente faziam a diferença, segundo o empresário Manoel Poladian
A polêmica capa do Bon Jovi mudada por seu vocalista porque "seria um suicídio profissional!"
A curiosa experiência de Demi Lovato no show do Dimmu Borgir, segundo a própria
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
David Gilmour aponta a melhor letra de Roger Waters - que o próprio autor acha "terrível"
O guitarrista que Brian May achava ser louco e perigoso; "muito à frente de todos nós"
Chris Cornell: por que morte dele era "completamente evitável", segundo filha
Dave Mustaine diz que saída de Kiko Loureiro do Megadeth não foi uma surpresa
Heavy metal: cinco grandes formações que nunca mais se reunirão


Lyric Video: por que cada vez mais as bandas aderem?



