King Diamond: "Meu amanhã é incerto"

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Por Fernanda Mota, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O frontman dinamarquês King Diamond, que foi submetido a uma cirurgia de revascularização do miocárdio, em novembro de 2010, disse que nunca esteve particularmente preocupado com o contratempo financeiro incorrido devido às altas despesas de cirurgia e recuperação durante o período em que esteve convalescente. Em uma nova entrevista ao "The Metal Voice", disse: "Não tenho desperdiçado meu dinheiro com coisas desnecessárias, então, tudo bem. Não era o tipo de coisa que eu pensava. Eu só pensava em tentar sobreviver.

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"O que importava pra mim, era... ser capaz de levantar um grande copo com água. De fato, ter força para levantá-lo foi um grande passo. Era o que importava pra mim. Eu já não me preocupava em ver isto ou aquilo".

Continuando: "Nunca gostei de... Eu não precisava de cinco Ferraris na minha garagem pra me sentir bem; não era o que importava pra mim. Outras coisas me interessavam. Hoje em dia, posso te dizer, coisas boas vieram de coisas ruins. Agora, sigo o conselho dos médicos, porque gosto de estar aqui. Eu tive uma segunda chance, e valorizo isso. Meu amanhã é incerto. Não sei se acordarei. Aprecio isso enquanto eu posso, cada momento. E eu entendo que ainda tenho muito a contribuir. Porém há outras coisas pra se prestar atenção. Sinto-me como se estivesse em uma casa com 20 janelas, comparando a uma casa com 10 janelas, no passado. Vi muito e agora devo prestar atenção em várias outras coisas".

Ele conclui: "Essa coisa toda de ter isso ou aquilo, status e toda essa porcaria, não é sobre mim e nunca foi. Eu gostaria de ter entrado na onda e dado uma direção à banda ou algo do tipo, mas não pude. Não seria honesto, e isso não é comigo. Eu tenho que seguir o coração, fazer a coisa certa, e é isso o que sempre temos feito. E sei que nós só estamos aqui por causa dos nossos fãs, claro. Nós não somos esta super banda que todo mundo tem que comprar porque somos grandes. É uma via de mão dupla, e sempre vai ser uma via de mão dupla, e um sem o outro, não é divertido. Qual seria a graça de tocar pra ninguém, mesmo que te pagassem um milhão de dólares? Quero dizer, qual é o sentido? Você não terá emoção. Posso te garantir isso".

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