The Agonist: Alissa descreve demissão como "pior traição da vida"
Por Igor Miranda
Postado em 17 de abril de 2017
Em 2014, a vocalista Alissa White-Gluz passou a integrar o Arch Enemy. Ela foi rapidamente substituída de sua banda, o The Agnoist, por Vicky Psarakis.
Em entrevistas mais recentes, Alissa tem dito que sua intenção era seguir com ambas as bandas. No entanto, ela foi impedida pelos demais membros do The Agonist, que, segundo ela, a demitiram.
Em entrevista ao The Jasta Show, Alissa White-Gluz falou, de forma mais aprofundada, sobre o assunto. Ela disse que, antes de receber o convite para entrar no Arch Enemy, ela já dividia seu tempo entre o The Agonist e o trabalho paralelo que fazia como convidada do Kamelot.
Angela Gossow e Michael Amott, ambos do Arch Enemy até então, haviam concordado que ela poderia, sim, assumir ambas as bandas. "Aquela banda (The Agonist) foi meu bebê. Construí a banda, escolhi o nome, desenhei a logo, dirigi todas as sessões de fotos... era a minha banda. Fizemos ótimas músicas juntos. Realmente gostava do que fazíamos. Achava que todos eram muito talentosos", afirmou Alissa.
A vocalista planejava abrir mão da parceria com o Kamelot em prol do Arch Enemy e do The Agonist. Ela também iria abandonar o trabalho que ela assumia durante o dia. Ainda assim, não foi o suficiente para evitar a demissão.
"Eles (membros do The Agonist) sentaram e me disseram que um dos caras da banda me deram um ultimato. Esse membro disse: 'ou a tiramos, ou eu vou sair, porque não a quero na banda'", conta Alissa.
Depois, a vocalista tentou conversar com o novo empresário da banda, já que ela não tinha mais acesso às redes sociais da banda. Ele, então, disse que foi informado de que ela havia sido demitida. "Eu pensei, 'como assim? Eu não saí. É a minha banda, eu jamais sairia dela'. E ele confirmou que haviam dito que eu havia saído", disse.
Ao conseguir acesso à sua conta de e-mail da banda, Alissa descobriu que já haviam encontrado uma nova vocalista, enquanto os músicos diziam a ela que uma turnê de 30 dias pela Europa já havia sido agendada. "Eles estavam sorrindo na minha frente, mas, secretamente, sabiam que estavam com outra pessoa", afirmou.
Ainda que tenha passado por essa situação, Alissa White-Gluz disse que ficou em silêncio durante este período e tomou apenas uma atitude: bloqueou o The Agonist e seus envolvidos de todas as suas redes sociais. "Decidi que nao queria mais sentir aquela traição. Nunca mais conversarei com eles. Foi a pior traição que senti em minha vida. Roubaram muito de mim. Não foi correto", disse a cantora, que também garantiu que também não falará mais sobre o The Agonist.
Comente: Alissa poderia ter ficado nas duas bandas?
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Gravação de ensaio do Guns N' Roses em 1986 vaza online
O álbum em que o Black Sabbath se encontrou, de acordo com Bill Ward
A única banda de metal que Paulo Ricardo realmente curte: "Muito bons músicos"
A melhor banda de todos os tempos, segundo Jimmy Page do Led Zeppelin
A limitação do Slayer e Exodus que James Hetfield não quis seguir no Metallica
Vocalista do Godsmack defende opção por Mike Mangini como novo baterista
A grande lição do documentário sobre Paul Di'Anno, segundo seu diretor
4 bandas clássicas da Irlanda que todo fã de rock precisa conhecer
A música do Pink Floyd que David Gilmour adora, mas se recusa a tocar
70000 Tons of Metal anuncia primeiras atrações para viagem de 2027
Mille Petrozzza (Kreator) sobe ao palco com o Arch Enemy na Alemanha
A banda que influenciou Sex Pistols e Mötley Crüe ao mesmo tempo e marcou o fim dos anos 60
Para Nicko McBrain, "The Number of the Beast" não está entre os melhores álbuns do Iron Maiden
4 músicas de heavy metal que têm exatamente 4min44 de duração
Wolf Hoffmann admite não ter tanto orgulho de discos do Accept nos anos 1990

Metalhead: as mulheres mais sexys do Heavy Metal
Doyle: "Alisse White-Gluz me faz chorar quando malhamos"


