Helloween: Kiske, Hansen e Weikath falam da mágica dos "Keepers"
Por Igor Miranda
Fonte: Masa Itoh / Blabbermouth
Postado em 14 de maio de 2018
O jornalista Masa Itoh entrevistou o vocalista Michael Kiske e os guitarristas Kai Hansen e Michael Weikath, atualmente juntos em reunião no Helloween, para falar sobre a nova relação entre os músicos e o legado deixado com seus trabalhos anteriores. Juntos, Kiske e Hansen gravaram os dois discos mais icônicos da banda: as partes um e dois de "Keeper Of The Seven Keys".
Michael Kiske destacou, inicialmente, que há "certo espírito" nos "Keepers". "Talvez você tenha uma visão diferente, mas a forma que passei por isso foi: éramos destemidos, apenas brincávamos, trabalhávamos com os elementos das bandas que gostávamos, nos divertindo com isso. Acho que o espírito criativo daquela época é capturado no disco de alguma forma e você pode sentir isso. É uma coisa que você não pode produzir artificialmente. Está lá ou não. E, definitivamente, estava lá naquela época", afirmou.
Por sua vez, Michael Weikath evitou comparações com os trabalhos feitos posteriormente, com Andi Deris nos vocais. "Isso não é nada contra Deris, porque ele tem sua própria magia, mas é a voz dele (de Kiske) nos 'Keepers'. Eu ouvi o Unisonic (banda com Kiske e Hansen), o último que fizeram, e há algumas faixas que soam próximo de Helloween. Ouvi o produtor, ele estava estudando o que estávamos fazendo e juntando coisas para criar algo similar. E lá estava. Coloco para tocar e era como: 'raio de sol divino com coros'. Era a voz dele. Pensei: 'é isso'", disse.
Por fim, Kai Hansen destacou o legado do Helloween em termos mundiais. "Eu pensava: ´é, existe certa mágica nesses álbuns´. Eles se tornaram cult porque eram especiais. Fomos, após o Scorpions e o Accept, a terceira banda a meio que olhar além do horizonte da cena (de rock e metal da Alemanha) a ter criado algo muito único e bom para a época, comparado com o que estava no entorno", afirmou.
Ouça a entrevista na íntegra (sem legendas).
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