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The Dead Daisies: em exclusiva, Doug Aldrich comenta fase "pesada" da banda

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Postado em 12 de setembro de 2018

O The Dead Daisies é um supergrupo em sua plena definição. Não é qualquer banda que pode contar com nomes do porte do guitarrista Doug Aldrich (ex-Whitesnake, Dio e mais), do vocalista John Corabi (ex-Mötley Crüe, Ratt e outros), do recém-chegado baterista Deen Castronovo (ex-Journey, Ozzy Osbourne, etc) e do baixista Marco Mendoza (ex-Whitesnake, Thin Lizzy e por aí vai). O menos conhecido do grupo é, justamente, o seu fundador: o guitarrista David Lowy, que também tem carreira como empresário e aviador.

Apesar das mudanças de formação em seus primeiros anos – desde o primeiro disco, restaram somente Lowy e Mendoza –, dá para perceber que o The Dead Daisies tem se imposto como um verdadeiro grupo, indo além do rótulo de "superprojeto". "Burn It Down", quarto disco dos caras, foi lançado em abril deste ano, e confirma a proposta e a identidade que já estava sendo trabalhada desde a entrada de John Corabi, nos álbuns "Revolución" (2015) e "Make Some Noise" (2018).

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Em entrevista exclusiva, o guitarrista Doug Aldrich exaltou a fase atual do The Dead Daisies, que, segundo ele, está com uma "formação sólida" a partir de agora. "Deen Castronovo chegou, fizemos ‘Burn It Down’ e esta é, definitivamente, uma formação sólida. Nunca se sabe: talvez algo aconteça, alguém receba uma oferta e queira fazer algo diferente. Eu não faria isso, mas essa formação é, definitivamente, estável. E acho que é uma formação forte. É a minha opinião pessoal", afirmou.

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As alterações na line-up deram o tom das mudanças observadas ao longo dos discos do The Dead Daisies: Corabi e Aldrich, por exemplo, têm um background bem mais ligado ao hard rock e heavy metal do que seus antecessores, Jon Stevens (ex-INXS) e Richard Fortus (Guns N’ Roses). Em "Burn It Down", a transição parece concluída, já que o álbum é bem pesado. "Queríamos fazer um disco um pouco mais pesado, um pouco mais anos 70, e ter essas diferentes colorações, como ter uma balada (‘Set Me Free’). […] Queríamos fazer algo mais simples, porque sempre quando tocamos em festivais, a música mais pesada é sempre a mais divertida. Nem tudo é pesado como ‘Rise Up’ e ‘Resurrected’, mas percebemos que os riffs mais simples e grandiosos funcionam bem nos shows. Veio naturalmente. Mesmo o Whitesnake é bem pesado, então estou acostumado", disse o guitarrista.

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O "elemento Castronovo"

Para Doug Aldrich, contudo, a grande mudança de "Burn It Down" em comparação aos discos anteriores está na presença de Deen Castronovo – um reforço de peso não só na bateria, como também nos backing vocals, já que Castronovo é um grande cantor. "A grande diferença é a bateria. Deen trouxe mudanças, ele tem um sentimento diferente, um groove diferente. Ele fez um grande trabalho no álbum. Brian Tichy é incrível, amamos Brian, ele é um dos meus melhores amigos, mas ele queria fazer algo diferente", afirmou.

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Aldrich e Castronovo já trabalharam juntos no Revolution Saints, banda que também conta com Jack Blades (Night Ranger, ex-Damn Yankees. Por lá, funciona de forma um pouco diferente: Deen é o principal vocalista e a sonoridade é mais orientada ao AOR/melodic hard rock. "O Revolution Saints não é bem uma banda, é realmente um projeto de gravação. Deen é o vocalista principal, então, soa diferente. Algumas das coisas que compomos pode ter um tipo específico de ‘riff Doug Aldrich’, então, Deen canta e coloca seu som por cima. Ele esteve no Journey por 17 anos, então, ele tem essa sonoridade do Journey. Amo trabalhar com Deen", afirmou.

Próximos planos

Desde abril, o The Dead Daisies está em turnê para promover "Burn It Down". O repertório foca no álbum atual e também traz canções dos discos anteriores, bem como alguns covers de Creedence Clearwater Revival, Rolling Stones e Deep Purple, entre outros. Para 2018, a agenda está praticamente fechada: depois de ter passado por Japão e Europa, o grupo está fazendo shows pela América do Norte, vai tocar no Kiss Kruise (o cruzeiro do Kiss) e ainda retorna para o continente europeu.

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"O show está incrível com as novas músicas. Ter músicas como ‘Rise Up’ e ‘Dead And Gone’ junto de ‘Last Time I Saw The Sun’, ‘Song And A Prayer’, algumas mais antigas como ‘With You And I’, ‘Lock ‘N’ Load’… há muitas músicas legais. Colocamos músicas acústicas no meio do show. É legal ‘quebrar’ para um set acústico", contou Doug Aldrich sobre o novo show do The Dead Daisies.

Embora a agenda do The Dead Daisies para 2018 já esteja praticamente fechada, o ano de 2019 reserva uma boa notícia para os fãs brasileiros. "Brasil estará no ano que vem, com certeza. Não sei quando, mas, provavelmente, ao iniciar a metade do ano. Tenho muitos amigos no Brasil, muitas pessoas seguindo nas redes sociais. Há muita gente dos Estados Unidos, claro, mas Europa e Brasil estão logo depois. Adoraria voltar para tocar no Brasil", disse o guitarrista, que se apresentou com a banda no país em 2017.

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O desafio-supergrupo

O rótulo de "supergrupo" já foi mais exaltado no passado, mas depois que muitas bandas formadas por integrantes já famosos deram errado – seja por problemas internos ou álbuns pouco interessantes –, a configuração passou a ser contestada e até evitada por certos músicos. Doug Aldrich demonstra entender que trabalhar em um supergrupo pode ser um "desafio" – por isso, o The Dead Daisies tenta agir de forma diferente.

"Nessa banda, fazemos tudo juntos: compomos, gravamos, saímos durante as turnês… é diferente em outras bandas. O The Dead Daisies é como era no Dio, quando saíamos juntos, jantávamos juntos e tudo o mais. No Whitesnake, era um pouco diferente, as pessoas tinham suas coisas próprias. Quando eu estava na banda, éramos apenas David (Coverdale, vocalista) e eu. Criamos as músicas juntos e tínhamos orgulho do que fazíamos, mas éramos somente ele e eu – e está tudo bem", afirmou Aldrich.

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O guitarrista também minimizou as comparações que eventualmente são feitas, relacionando o The Dead Daisies às bandas passadas de seus integrantes. "Não incomoda (a comparação). As pessoas podem fazer comparações e ter suas opiniões, não importa. Isso importa quando você é mais jovem e está tentando ser notado. Às vezes, essas coisas me incomodam, mas quando se é um pouco mais velho e está mais confiante de quem é, não é necessário se incomodar com isso. Você apenas faz o seu melhor e as pessoas decidem se gostam ou não. No entanto, eu tenho muita sorte. Trabalho duro, dou o meu melhor e tenho um pouco de sorte também", disse.

Rock "de verdade"

O material que divulgou "Burn It Down" à imprensa cita o álbum como "um disco de rock de verdade" e um trabalho "honesto". Doug Aldrich evitou comentar se falta autenticidade no estilo em geral, mas destacou que essa característica está sempre presente no The Dead Daisies.

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"Apenas queremos fazer algo bom para nós mesmos e para os fãs. Temos muito apoio pelo mundo, especialmente no Brasil e América do Sul. Nos anos 80, quando o hard rock era grande, havia muitas bandas que soavam parecidas. Eram influenciadas umas pelas outras. E isso era uma coisa boa. Se você ouve ‘Round And Round’, do Ratt, me lembra um pouco de ‘Unchained’, do Van Halen. E é apenas um exemplo. O rock and roll ficou meio ‘seguro’ e é por isso que as pessoas estão voltando ao classic rock, que tinha mais originalidade. Espero que o The Dead Daisies seja uma influência positiva para um número de bandas", disse.

Ouça "Burn It Down" no YouTube ou Spotify:

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Começou a escrever sobre música em 2007 e, algum tempo depois, foi cofundador do site Van do Halen. Colabora com o Whiplash.Net desde 2010. Atualmente, é editor-chefe da Petaxxon Comunicação, que gerencia o portal Cifras, Ei Nerd e outros. Mantém um site próprio 100% dedicado à música. Nas redes: @igormirandasite no Twitter, Instagram e Facebook.
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