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Carmine Appice: como ele desenvolveu seu estilo de tocar?

Por Ivison Poleto dos Santos
Fonte: Metal Addicts
Postado em 03 de fevereiro de 2019

Em uma entrevista para o meu chapa Poleto da Metal Addicts (veja a entrevista completa em inglês aqui) o lendário baterista Carmine Appice falou sobre a sua carreira, seu irmão, e seu estilo de tocar bateria.

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Carmine, você pertence a uma geração de bateristas que eram autodidatas, porém você teve uma formação clássica, é isso mesmo? Creio que isso foi que moldou o seu estilo de tocar e deu aquele toque mágico. Você poderia falar sobre como foi sua experiência com as aulas de bateria e como você acha que isso influenciou a sua técnica e como você toca? O que acha de ter influenciado um geração inteira de bateristas?

Carmine Appice: "Bem, eu fui autodidata por cerca de um ano até conhecer um baterista da minha idade que era muito melhor que eu. Eu perguntei para o cara qual era o segredo. Era só praticar? Ele respondeu que não, que tinha aulas particulares de bateria com um cara no Brooklyn. Eu peguei o telefone do cara. Seu nome era Dick Bennett. Então, falei com os meus pais sobre pagar por aulas de bateria, eles concordaram e tive aulas por 3 ou 4 anos. Estudei todos os livros clássicos com ele. Comecei a tocar muito melhor. As aulas melhoram o meu tempo, minha velocidade, meu conhecimento, meus rudimentos, enfim, tudo. Eu me tornei um baterista muito, mas muito melhor.

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Eu também toquei em várias bandas: bandas de escola, orquestras, bandas de jazz, bandas marciais, bandas de todos os tipos. O que eu acho de ter influenciado outros bateristas? Eu me sinto abençoado por vir de uma época quando novas ideias apareciam na música e a minha banda — o Vanilla Fudge — era parte disso. Eu criei um estilo de bateria de força e volume quando não havia equipamentos decentes de palco. Eu tinha de competir com amplificadores, portanto tinha de bater forte com toda a habilidade e técnica além de ser um showman.
Eu não tinha noção de que estava criando um novo estilo de tocar naquele tempo. Só estava fazendo que poderia ser visto e ouvido. Novamente, eu me sinto abençoado e orgulhoso por ter sido uma influencia para tantos bateristas."

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Sobre Ivison Poleto dos Santos

Veterano das guerras metálicas. Pesquisador, escritor, resenhista, músico frustrado (por isso tudo o anterior). Ao contrário da opinião comum, acho que o melhor do Metal ainda está por vir e que existem grandes bandas novas por aí. Só procurar. No meu caso elas vêm até mim.
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