Queensryche: Geoff Tate diz que banda recebeu oferta para reunião
Por Igor Miranda
Fonte: BraveWords
Postado em 10 de julho de 2019
O vocalista Geoff Tate revelou, em entrevista ao programa de rádio "Noize In The Attic", da 88.1 FM WESU, que sua antiga banda, o Queensryche, foi abordada por empresários com o intuito de reunir a formação clássica. Além de Tate, a line-up conta com os guitarristas Chris DeGarmo e Michael Wilton, o baixista Eddie Jackson e o baterista Scott Rockenfield - destes, apenas Wilton e Jackson seguem no grupo.
Durante a entrevista, Geoff Tate falou, inicialmente, sobre a mágica que existe em torno dos cinco integrantes. "Não me arrependo nesse sentido. Acho que fizemos músicas incríveis e álbuns importantes. Deixamos nossa marca enquanto grupo e estou orgulhoso disso. Não sei se as bandas são feitas para durar para sempre, sabe? Nós demos 30 anos a isso, é muito tempo para um grupo de pessoas, então, tenho orgulho", disse.
O cantor afirmou que se arrepende apenas da forma que a parceria acabou. "Não foi uma forma elegante de lidar com a coisa toda", destacou.
Em seguida, Tate foi perguntado como reagiria se um empresário fizesse a oferta correta para uma reunião da formação clássica do Queensryche. A resposta surpreendeu. "Isso já aconteceu. Foi oferecido e não rolou", afirmou ele.
Apesar do rompimento nada amigável, Geoff Tate disse que não se opõe a uma reunião do Queensryche clássico. "Seria maravilhoso fazer mais uma turnê, com a banda tocando bem e com boa energia. Porém, não dá para superar um problema se ninguém quer se juntar no mesmo lugar para conversar. É o grande problema desde 2011", disse.
Por fim, Tate foi perguntado sobre sua avaliação a respeito da recente saída de Scott Rockenfield. O baterista está afastado das atividades da banda desde 2017, quando nasceu seu filho - e, de acordo com entrevistas, pode não voltar mais. No álbum mais recente, "The Verdict" (2017), o vocalista Todd La Torre assumiu as baquetas. Já nos shows, a posição é ocupada por Casey Grillo, ex-Kamelot.
"Posso dizer que ele (Scott) não saiu por vontade própria", disse Geoff Tate. "Posso dizer que há ações judiciais envolvidas. Sei que ele está em uma posição bem obscura e espero que receba ajuda. É uma pena, pois ele é um baterista incrivelmente talentoso e, infelizmente, ele nunca ficou contente com isso, sabe? Não era bom o bastante para ele", afirmou.
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