Roberto Barros: "Até ouvir Angra eu não gostava de power metal", revela o guitarrista
Por Emanuel Seagal
Postado em 18 de junho de 2021
O jornalista Gustavo Maiato entrevistou Roberto Barros, guitarrista da banda Edu Falaschi, que falou sobre detalhes das composições do álbum "Vera Cruz" e seu início no power metal. Confira abaixo alguns trechos.
Gustavo Maiato: Você e o Edu Falaschi trabalharam durante muitos meses na composição do "Vera Cruz". Nessas primeiras semanas de lançamento, a recepção do público tem sido da maneira que você esperava?
Roberto Barros: A recepção não poderia ser melhor! Confesso que esses últimos dias, minhas redes sociais estão bombando, nem nas minhas melhores expectativas teria sido dessa forma. Foi uma loucura, principalmente o Instagram, ganhei muitos seguidores em pouco tempo. Não consigo mais responder as pessoas, são muitas mensagens. Ontem eu dei uma olhada e tinha mais de 300 mensagens não lidas! Então graças a deus a recepção do público está incrível! Enquanto eu e o Edu estávamos trabalhando nas músicas, já percebemos que seria um disco forte e complexo. Mas nunca sabemos ao certo como isso será recebido. As expectativas eram as maiores possíveis.
Além da minha percepção pessoal, percebi que as vendas foram um sucesso. Esgotou todos os materiais! O Edu está dando sei lá quantas entrevistas por dia para vários países. Os números falam por si! Está um absurdo! Estou muito feliz nesse momento da minha carreira. No meu caso, são 20 anos me preparando para esse disco. Agora, fico feliz com esse reconhecimento.
Gustavo Maiato: Seu estilo principal é o power metal. Quais seriam os guitarristas ou discos do estilo que você considera que mais influenciaram você?
Roberto Barros: Na verdade, não me considero um guitarrista de power metal! Na real mesmo, a única banda de power metal que eu ouvi na minha vida foi Angra. Só fui ouvir depois de muito tempo. Meu começo foi no hard rock. Eu era apaixonado pelo Slash, do Guns N’ Roses, depois fiquei apaixonado por Dr. Sin, Mr Big, Racer X. Não gostava de power metal. Nunca falei isso em uma entrevista.
Quando um amigo meu me apresentou Angra, lá para 2001, foi quando eles lançaram o single do "Acid Rain". Lembro que fui pesquisar no Whiplash, ouvimos e me apaixonei. Adorei essa guitarra bem virtuosa. Essa música não é um power metal, ela tem uma pegada hard rock. Uma coisa que eu gostava muito era o vocal, sempre gostei muito. Amo hard rock até hoje por causa desses vocais poderosos!
Quando ouvi o Edu, na minha cabeça, era algo diferente. O power era algo mais gritado, não me comunicava muito com isso. Não entendia muito bem. Quando ouvi o Angra, foi com a voz do Edu. Não conhecia nada de antes. Era uma voz poderosa, então fui buscar as coisas que ele lançou antes. Fui ouvir o Symbols e tudo mais. Quando saiu o "Rebirth", me apaixonei. Ouvi também Symphony X na época, mas eles foram mais para o prog. Não conheço nada!
Gustavo Maiato: Essa vai ser a manchete da entrevista!
Roberto Barros: Juro por Deus! Mas tenho total respeito, hoje em dia conheço os sucessos do Helloween e tudo mais. O Angra foi uma grande influência nesse sentido. Gostava muito também de Dr. Sin. Adorava o disco "Brutal". Também ouvia muito Dream Theater. Só os guitarristas geniais!
Confira a matéria completa em:
https://gustavomaiato.com.br/post/61480-entrevista-roberto-barros-edu-falashi-vera-cruz
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