Carcass: assista o vídeo animado de "Dance Of IXTAB"
Por Emanuel Seagal
Postado em 15 de agosto de 2021
As lendas do metal extremo inglês Carcass lançaram um videoclipe animado criado por Costin Chioranu (Opeth, Napalm Death) para o novo single "Dance of IXTAB (Psychopomp & Circumstance March No. 1 In B)" para o massivamente antecipado 7º álbum de estúdio "Torn Arteries" que será lançado no dia 17 de Setembro pela Nuclear Blast Records. No Brasil o álbum será lançado pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.

Assista ao videoclipe para "Dance of IXTAB (Psychopomp & Circumstance March No. 1 In B)" abaixo.
"Torn Arteries" terá as seguintes faixas:
Tracklist para "Torn Arteries":
01. Torn Arteries
02. Dance of Ixtab (Psychopomp & Circumstances March No. 1)
03. Eleanor Rigor Mortis
04. Under The Scalpel Blade
05. The Devil Rides Out
06. Flesh Ripping Sonic Torment Limited
07. Kelly's Meat Emporium
08. In God We Trust
09. Wake Up And Smell The Carcass /Caveat Emptor
10. The Scythe's Remorseless Swing

"Torn Arteries" está disponível para pré-venda em diversos formatos aqui.
Feroz e descompromissado em sua execução, a habilidade do Carcass em dissecar o death metal de forma intrínseca e mostrar isto para o ouvinte para que ele entenda sonicamente tem sido um ponto de excelência por mais de três décadas. Em 2019 a banda lançou seu primeiro single em mais de cinco anos "Under The Scalpel Blade", que seguiu com o lançamento de um EP chamado "Despicable" (Outubro 2020), colocando um potente procedente para um álbum de estúdio que virá em setembro: "Torn Arteries". Com o título que faz referência ás demos antigas criadas pelo baterista original Ken Own lá nos anos 80, "Torn Arteries" põe um fim na fase mais moderna da discografia do Carcass, conectando diretamente para quando eles começaram há mais de 30 anos.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | A arte do álbum também faz referências ás fotografias grotescas que aparecem nos clássicos do Carcass como "Reek Of Putrefaction" e "Symphonies of Sickness". O artista Zbigniew Bielak tentou sair da normalidade para trazer um lapso de tempo de vegetais, em formato de coração, apodrecendo com o tempo em cima de uma placa branca. Esta forma de arte foi influenciada pelo japonês Kusôzu, o que significa: "pintar as nove etapas de um corpo em decadência."
"É muito limpo, branco, o que nunca fizemos antes," explica o vocalista e baixista Jeff Walker, "não parece diabólico ou típico death metal, mas eu gosto de como é 'clean', é quase como se fosse um livro que fica numa mesa de café." Este novo álbum apresenta imagens, letras e soa tipicamente como Carcass, mas nos leva ao mesmo tempo para uma era de produção, composição e arte tudo junto.

"Eu penso que nosso 7º álbum se destaca de forma sônica e de estilo dos outros.", comenta Walker. "Você reconhece na hora que é CARCASS, quando você coloca a agulha no vinil, quando você ouve o tom da guitarra, você sabe que é Bill Steer, mas cada álbum é um produto de seu tempo."
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