Erasmo Carlos diz que havia "machismo ingênuo" na Jovem Guarda e explica motivo
Por Gustavo Maiato
Postado em 20 de janeiro de 2022
Erasmo Carlos, conhecido pelos íntimos como "Tremendão", é um dos grandes nomes do movimento dentro da música brasileira que ficou conhecido como "Jovem Guarda". Em entrevista recente ao canal Corredor 5, no YouTube, o compositor foi questionado pelo apresentador Clemente Magalhães sobre uma ocasião em que afirmou que havia um "machismo ingênuo" nas letras da Jovem Guarda.
Embora tenha concordado com a afirmação, Erasmo Carlos explicou que eram outros tempos. Para exemplificar seu ponto de vista, Erasmo disse que gravou recentemente a música "O Tijolinho", clássico da Jovem Guarda composto por Bobby di Carlos. Segundo ele, músicas como essa não podem ser consideradas machistas nem bobas, pois falam sobre um "amor ingênuo''.
"Eu regravei agora a música ‘O Tijolinho’, que é uma música inocente. Ela traduz a inocência do amor da Jovem Guarda. Era um amor inocente. Mas quem ouve pode achar besteira. Na verdade, fala da pureza do amor. É um amor de criança, espontâneo, disse.
Em entrevista ao Diário de Pernambuco, o Tremendão já havia se pronunciado a respeito das acusações de machismo nas letras de suas músicas. "As letras são machistas porque a realidade daquela época era muito machista, era o que vivíamos e como pensávamos. Claro que sei que as mulheres podem ocupar o espaço que quiserem, todos temos este direito, mas, quando canto as canções nos shows, ninguém fica criticando ou me regrando. Meu show é uma grande festa e todos sabem que estas letras representam uma época, um momento das nossas vidas", contou.
Erasmo Carlos marcou época na Jovem Guarda ao lado de grandes nomes como Roberto Carlos e Wanderlea. Entre seus maiores sucessos estão clássicos como "Além do Horizonte", "Gente Aberta" e "Mais um na Multidão".
Assista ao episódio completo do Corredor 5 com participação de Erasmo Carlos aqui.
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