Bruno Valverde comenta como bateria se encaixa nas músicas do Dream Theater
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de maio de 2022
O baterista Bruno Valverde, do Angra, está ganhando cada vez mais espaço na cena mundial do instrumento. Em entrevista ao podcast Batendo Cabeça, da Roadie Crew, o músico disse que seu estilo de tocar não é daqueles que copia cada nota do arranjo original e nunca abre espaço para improvisos.
"Não sou um batera que vai fazer a mesma virada todo show. Agora, se o groove faz parte do arranjo, obviamente tem que manter, senão descaracteriza a música. Tem viradas específicas que isso não precisa. É outra coisa se for uma convenção, com todo mundo fazendo a mesma coisa. No metal, isso divide opiniões. Tem cara que quer aquele pratinho lá, 100% igual. Se for algo que está no arranjo, estou com esse cara. Se não for uma questão de arranjo, e sim uma virada espontânea, não precisa fazer exatamente a mesma coisa", disse.
Em seguida, Brurno Valverde aproveitou para explicar o motivo pelo qual no caso do Dream Theater o baterista precisa seguir nota por nota na maioria dos casos.
"No caso do Dream Theater, é diferente. A bateria é muito parte do arranjo, não seria tão simples você fazer outras coisas, porque tudo é colado entre os músicos. Talvez tenha uma virada específica que dá para mudar um pouco, mas normalmente os pratos vão casar exatamente com o que a guitarra está fazendo, com uma convenção. Não dá para inventar nesse caso. São coisas muito específicas que se mudar vai descaracterizar a música. O Mike Mangini deve fazer um improviso ou outro, mas em termos de arranjo, ele tem que seguir", concluiu.
Confira a entrevista completa aqui.
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