Johnny Depp é o Marrone do Hard Rock, diz Regis Tadeu
Por Bruce William
Postado em 17 de junho de 2022
O corte a seguir mostra o trecho onde, durante uma "Live" em que o jornalista e crítico musical Regis Tadeu debatia junto com o produtor Paulo Baron o caso Johnny Depp x Amber Heard, surgiu uma pitoresca comparação feita por Regis:
"Eu penso que o Johnny Depp vai usar tudo isto que aconteceu eu prol dele continuar sendo o cara descolado", começa Regis. "Veja por exemplo quando teve o anúncio do veredito, o cara não estava presente, estava em Londres fazendo participação num show do Jeff Beck. E, na verdade, a gente tem que falar isso, o Johnny Depp como músico é uma enganação total! Ele se vale da fama dele como artistas pra grudar nos caras, no Alice Cooper, no Joe Perry, inclusive montaram lá o Hollywood Vampires...
Paulo intervém: "Mas as pessoas gostam, deixa eles!". E Regis prossegue: "Enganação, cara!". Mas Paulo resolve comprar a briga e retruca "E daí? Deixa as pessoas...". Daí os dois começam a "discutir", com Regis dizendo coisas tipo "O fato das pessoas gostarem não impede meu direito de dar minha opinião..." e Paulo respondendo: "Pode dar sua opinião, estou dando a minha também...", dentre outras coisas.
Alguns segundos mais adiante, Regis comenta: "Quem vai no show do Hollywood Vampires, vai pra ver o Johnny Depp lá no palco..." e Paulo cai na risada. "... ele fingindo que está tocando" prossegue Regis enquanto faz air guitar, e crava: "É o Marrone do Hard Rock, fica lá com a guitarra desligada, você não ouve a guitarra do cara!".
Paulo retruca, entre risos, que Johnny já gravou alguns álbuns antes de ser famoso, e Regis, que não consegue se lembrar o nome das bandas do ator (Six Gun Method e Rock City Angels) comenta que não aconteceu nada porque, na opinião dele, não passa de pura enganação: "Essas participação que o pessoal fala que ele fez em músicas do Oasis, música do Iggy Pop, cara, você ouve a música e não vê nada dele tocando ali!", diz Regis, que em seguida fala ainda que "o cara canta mal, não é desafinado, mas não é esse Ronnie James Dio...".
Nisto Paulo intervém: "Mas você está exagerando, querendo que ele seja o Ronnie James Dio! Você tá com ciuminho?" diz Baron entre risos, e Regis nega: "Não, claro que não, você está louco! Sabe onde ele cantou bem? Naquele filme 'Sweeney Todd', que ele faz o papel de barbeiro. Nesse filme ele canta pois é um musical, aliás é um musical bem legal. Chama 'O Barbeiro Sanguinário' sei lá o quê (na verdade é "Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"). É um musical muito legal, muito sanguinolento, muito violento, mas muito legal, nada de musical feliz".
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hábito nojento que virou demonstração de respeito nos shows punk dos anos setenta
Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Lou Gramm
As 10 melhores músicas do Kreator, na opinião de Mille Petrozza
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
O álbum mais subestimado de Iron Maiden, Metallica e Slayer, de acordo com a Metal Hammer
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
O único assassino que ainda tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
As 12 melhores músicas do Saxon, segundo Biff Byford
A melhor música do Pantera, segundo a Metal Hammer
Os 3 maiores riffs de guitarra dos anos 1970, segundo o lendário Eddie Van Halen
Por que Roger Waters não repetiu sozinho o sucesso do Pink Floyd segundo fãs
O que fazia Charlie Watts ser tão bom, segundo Mick Jagger e Ronnie Wood
Neil Young escolhe os três maiores compositores de todos os tempos



A banda que poderia ter rivalizado com o Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
Os 10 melhores álbuns dos anos 1980, segundo Regis Tadeu
O hit que virou hino da Copa sem jabá nem marketing, segundo Regis Tadeu
A opinião de Regis Tadeu sobre o clássico "Somewhere in Time" do Iron Maiden
A opinião de Regis Tadeu sobre "Living on a Prayer" do Bon Jovi na Copa do Mundo
Regis Tadeu e o desconcertante vício que Angus Young não consegue largar
Regis Tadeu se rende ao talento do Ghost, "o novo Iron Maiden"


